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Palaia receberá carta que pede paralisação de obras da Arena e questiona gastos com Avanti

Documento foi elaborado em reunião do COF e foi protocolado pelo presidente do grupo; rescisão com empresa que comercializa ingressos também está em pauta

Danilo Lavieri, iG São Paulo |

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Salvador Hugo Palaia, presidente interino do Palmeiras, receberá nos próximos dias uma carta elaborada por membros do COF (Conselho de Orientação Fiscal), entre eles o ex-mandatário palmeirense Mustafá Contursi e Seraphim del Grande, com diversos questionamentos de atitudes tomadas em sua gestão. Os dois mais relevantes são em relação às obras da nova Arena e aos gastos com o novo plano de sócio-torcedor, o Avanti.

O documento, que foi protocolado por Antônio Augusto Pompeu de Toledo, líder do COF, pede que a reforma do novo estádio seja parada até que o seguro de performance seja oficializado. Como divulgado pelo iG no último dia 29 de outubro, isso não deve ser grande problema para os que estão à frente das obras. A WTorre e o Palmeiras já escolheram a UBF como seguradora e o negócio deve ser concretizado até o dia 15 de novembro. Uma reunião nesta quarta-feira deve definir o rumo das obras.

Em relação ao plano de sócio-torcedor, os conselheiros questionam gastos que chegam perto dos R$ 800 mil.

"Nessa reunião, foi discutida a rescisão de contrato com uma empresa para administrar o Avanti e a contratação de outra. Isso elevou o gasto do plano. Tem uma comissão dentro do COF que cuida só disso", afirmou Mustafá Contursi.

Além disso, outra atitude questionada pelos membros do COF foi a tentativa de Palaia em romper com a Outplan, empresa que cuida da comercialização dos ingressos dos jogos. Há a possibilidade de o atual presidente do Palmeiras tentar voltar a estabelecer contrato com a BWA para cuidar dos ingressos.

O detalhe é que a BWA teve seu vínculo rescindido com o clube no ano passado depois de uma longa investigação sobre a máfia de ingressos. Na época, Gilto Avallone, hoje conselheiro da oposição, encabeçou o inquérito. Nada ficou provado, e Avallone rompeu com o grupo que hoje faz parte da situação por causa do processo ter sido arquivado.

A reunião também serviu para que o COF tentasse impedir que o clube negocie antecipação de receita, prática comum para diminuir dívidas. Assinar contrato para supervisionar qualquer obra no clube sem a aprovação do COF também é um item do documento enviado para Palaia.

O presidente interino do Palmeiras foi procurado pela reportagem, mas, como de costume, não atendeu aos telefonemas. 

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