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Futebol
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Oposição do Palmeiras admite corte de custos com futebol e pede cuidado ao falar de Ronaldinho

Arnaldo Tirone e Roberto Frizzo afirmam que as finanças do clube sofreram muito nos últimos dois anos de gestão

Danilo Lavieri, iG São Paulo |

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Arnaldo Tirone e Roberto Frizzo, candidatos à presidência e a primeiro vice pela oposição, afirmam que é preciso ter muito cuidado com as finanças do Palmeiras. Segundo eles, o dinheiro do clube não foi bem usado nos últimos dois anos, e justamente por isso é preciso ter muito cuidado para falar em nomes como Ronaldinho Gaúcho, por exemplo.

Frizzo, aliás, prefere não admitir, mas será o diretor de futebol caso a oposição vença as eleições. Já prevendo qual tipo de trabalho ele terá se assumir o cargo, o conselheiro fala em "recursos exauridos".

"Para podermos investir no futebol, precisamos ter recurso. E nossos recursos estão exauridos. Eu quero assumir o posto e conhecer o problema para antes podermos dizer até que ponto vamos investir", disse Frizzo, que garantiu, no entanto, que Kleber, Valdivia e Felipão ficam no time independentemente do resultado das eleições de 2011.

"Todos têm contrato com o Palmeiras, certo? E todos os contratos que o Palmeiras tiver serão respeitados. Já estamos conversando com Luiz Felipe Scolari e conversamos com algumas peças que possam reforçar o elenco", completou.

Tirone, por sua vez, diz que falta de dinheiro é um problema de todos os clubes brasileiros. Segundo ele, "bom e barato" não é a expressão certa para resumir o ideal para o Palmeiras com os oposicionistas no poder.

"Problema financeiro não é só do Palmeiras, é para todos os clubes. Nós estamos com os cofres vazios e temos compromissos para cumprir. Mas o bom e barato não é o adjetivo certo. Se ele é bom e barato tudo bem, mas o importante é ter time competitivo. É uma questão de oportunidade", disse Tirone, que comentou a possibilidade de Ronaldinho Gaúcho chegar ao Palestra Itália.

"Se trouxer o Gaúcho, eu não sei se vai resolver o nosso problema. Pode ser que ele não resolva tudo. Se quiser trazer ele de graça, eu até coloco ele para dormir em casa. O problema é ver se teremos dinheiro para pagar os salários de Ronaldinho", completou.

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