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Oposição corintiana tenta manobra para esvaziar pleito de fevereiro

Grupo apoiado pelo presidente do conselho tenta mudar data de eleição para dia de clássico

Bruno Winckler, iG São Paulo |

AE
Paulo Garcia, candidato da oposição à presidência do Corinthians
A política do Corinthians teve um dia agitado no sábado. Após convocação dos sócios para uma assembleia geral que definiu regras para a eleição dos futuros membros do conselho , os grupos que apoiam Mário Gobbi e Paulo Garcia nas eleições de fevereiro entraram em discussão sobre a data que o pleito deve ser realizado.

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A data inicial e homologada na ata da última reunião em dezembro foi 11 de fevereiro, um sábado. Agora, após pedido do grupo de Paulo Garcia, a eleição pode mudar para o domingo, dia 12, data em que o Corinthians enfrenta o São Paulo no Pacaembu pelo Campeonato Paulista .

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A tentativa da oposição é esvaziar o pleito de sócios que apoiam Mário Gobbi e o grupo indicado por Andrés Sanchez, que está licenciado. Garcia e seus partidários avaliam que os eleitores de Gobbi são sócios que costumam ir ao estádio e assim o número de votos para o adversário poderia ser menor.

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Após o pedido de alteração na data, Carlos Senger, presidente do conselho do clube e partidário do grupo oposicionista, encerrou a assembleia sem antes de definir que dia se dará a eleição. Não há previsão de quando se baterá o martelo sobre o pleito. O grupo que apoia a chapa encabeçada por Gobbi e que tem Luís Paulo Rosenberg como vice, tentará que o conselho faça valer a decisão tomada em reunião no dia 15 de dezembro, que determinou que eleição acontecesse no dia 11 do mês que vem.

Na assembleia de sábado, a situação obteve uma vitória tímida contra a oposição. A proposta do grupo de Gobbi para a eleição dos conselheiros do próximo triênio foi vencedora com cerca de 60% dos votos e ficou determinado que nas eleições de fevereiro o candidato vencedor terá direito a eleger 200 conselheiros numa chapa fechada apoiada por ele. A oposição propôs que o número de conselheiros fosse proporcional ao número de votos que o candidato a presidente recebesse

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