Após dois dias de paralisação, os 500 trabalhadores terceirizados que reclamavam dos salários aceitaram proposta

Os operários que trabalham na reforma e ampliação do Estádio Castelão, em Fortaleza, voltaram ao trabalho nesta quarta-feira (15), após passarem dois dias parados. Os 500 trabalhadores terceirizados conseguiram paridade salarial com os outros funcionários do consórcio responsável pela obra.

Durante negociação com o sindicato da categoria, o Consórcio Andrade Mendonça e Galvão Engenharia anunciou que haverá isonomia entre os operários contratados diretamente pelo consórcio e os terceirizados já a partir do mês de março.

Mais de mil pessoas trabalham nas obras do Castelão. Metade da mão de obra é formada por empregados de 12 empresas terceirizadas pelo Consórcio responsável pela execução das obras na arena que irá sediar jogos da Copa do Mundo e da Copa das Confederações.

Mais de 55% da obra está concluída, segundo a Secopa (Secretaria Especial da Copa). No total, estão sendo investidos R$ 518 milhões na obra. Além das adequações exigidas pela Fifa, a capacidade do estádio irá passar de 60 mil para 65 mil lugares.

Em dezembro do ano passado, o iG mostrou que o palco cearense dos jogos já tem pronto um estacionamento coberto e edificações que abrigam órgãos estaduais. Por outro lado, depois da implosão de parte da velha arquibancada, pouco mudou na arena esportiva propriamente dita. A laje do prédio principal e da cobertura do estádio estão sendo erguidas. O prazo para a montagem da estrutura se encerra no mês de agosto. As cadeiras serão colocadas entre os meses de maio e setembro.

O Castelão receberá uma semifinal da Copa das Confederações 2013 e seis jogos da Copa do Mundo – sendo três jogos com as chamadas seleções cabeças de chave, incluindo a brasileira, automaticamente classificada por sediar o evento.

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