Depois da confusão diante do Vasco, treinador brincou e garantiu braçadeira com o goleiro Fábio

nullA braçadeira de capitão segue rendendo assunto no Cruzeiro . Diante do Vasco, o técnico Joel Santana elegeu Montillo como capitão, sem saber que Fábio costumava ser o líder do time no gramado. No próximo jogo contra o Grêmio , o goleiro do Cruzeiro volta a ser o capitão, mas Joel lembrou que quem manda mesmo é ele.

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Na segunda-feira, Fábio não quis polemizar sobre o assunto e disse que continuará exercendo seu papel de liderança em campo, mesmo sem a braçadeira . Depois do último treino antes da partida dessa quarta-feira, Joel afirmou que o goleiro volta a ser o capitão do time.

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Joel Santana avisa:
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Joel Santana avisa: "O capitão, na realidade, sou eu"
“Aqui estão dando muita razão para quem vai botar a bradaçadeira, quem vai tirar a braçadeira. O Montillo, o Roger, o Fábio, Guerreiro, Fabrício são jogadores que têm condições de serem treinadores. Já tinha falado com o Fábio e me surpreendi quando vi no jornal alguém fazendo esse tipo de pergunta e acontece esse tipo de resposta. Ele (Fábio) volta como capitão e tudo volta à normalidade. O importante é o grupo, o Cruzeiro, a torcida. O capitão, na realidade, sou eu. O resto tudo é soldado", brincou Joel.

O treinador prevê muitas dificuldades na partida contra o Grêmio e deve mandar a campo o mesmo time que venceu o Vasco no Rio de Janeiro. “Espero que seja sofrido mesmo. Vai ser sempre assim. Em Campeonato Brasileiro é sempre assim. É uma escola que marca firme, principalmente os times do Sul. E vamos ter dificuldades de penetrar no setor defensivo deles. Jogo será difícil”, analisou o treinador do Cruzeiro.

Já no final de sua coletiva, Joel falou sobre suas gírias e sobre a comunicação com os atletas ”O futebol é universal. O árabe, o africano e o japonês entendem a mesma coisa. A gíria é a mesma. o jogador de futebol de lá é tão manhoso quanto o daqui, até mais. O futebol vem da rua, da várzea, e tem que ser simples, objetivo. No Brasil, quando se usa palavras difíceis, você está filosofando. Quando está falando palavras fáceis, é boleiro. Não é isso. O jogador tem que ter facilidade de entender o que estou pretendendo. O futebol se chama comunicação e assim se comunica como for mais fácil, por apito, fumaça, canto. O passarinho não fala, mas se comunica. Isso é natural”, concluiu o treinador cruzeirense.

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