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Números mostram São Paulo e Palmeiras pouco combativos contra o Fluminense

Estatísticas relacionadas a fundamentos de marcação indicam desempenho das equipes paulistas contra a equipe carioca abaixo da média no Brasileirão

iG São Paulo |

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Com o Fluminense a apenas uma vitória do bicampeonato brasileiro, tudo indica que os corintianos ainda reclamarão por muito tempo do suposto corpo mole de São Paulo e Palmeiras nos confrontos com a equipe carioca. E uma série de estatísticas do Footstats analisadas pelo iG podem ser mais um argumento para quem viu entregadas dos rivais paulistas com o objetivo de atrapalhar o Corinthians.

No caso do São Paulo, é verdade, existem números que desmentiriam um desempenho abaixo da média, como passes e cruzamentos certos. Em ambos os fundamentos, os números obtidos na partida contra o Fluminense (321 e 3, respectivamente) são exatamente os mesmos da média do clube do Morumbi ao longo de todo o Campeonato Brasileiro.

A situação, porém, é diferente quando analisados fundamentos específicos de marcação. A média de faltas cometidas pelo São Paulo, por exemplo, é de 16 por partida. E contra o Fluminense essa estatística caius pela metade, sendo cometidas apenas 8 infrações. Outro dado: o número de defesas feitas por Rogério Ceni na partida foi o mais alto do campeonato. Dez, contra 4 de média ao longo da competição.

Outro item que indicaria uma suposta falta de empenho dos marcadores são-paulinos é o número de desarmes realizados ao longo da partida. Foram 16 contra o Fluminense, contra 21 em média no Brasileirão. Aqui, no entanto, existe uma curiosidade: na partida contra o próprio Corinthians, duas semanas antes, o São Paulo teve aproveitamento ainda pior, com apenas 15 desarmes, apesar de se tratar de um clássico e jogo, àquela altura, decisivo.

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Goleiro do Palmeiras Deola levou vaias da sua torcida por defesas contra o Fluminense


A análise do Palmeiras é um pouco diferente por causa do "abandono" do time do Brasileiro desde a derrota para o Atlético-PR por 1 a 0 na 33ª rodada. Deola fez dez defesas contra o Fluminense e a média de seu time é de apenas três por partida. O número já havia sido superado contra o Atlético-MG, quando Bruno precisou fazer cinco defesas. 

Em matéria de desarme, a situação segue semelhante. A média palmeirense é de 26 e o registro do Footstats marcou apenas 16 intervenções no duelo com o Fluminense. Contra o Guarani, o número foi de 21; contra o Atlético-GO, 27; e diante do Atlético-MG, 29. Em compensação, quando o time ainda buscava um objetivo no Brasileirão, os números atingiam um patamar bem superior. Contra o Internacional, por exemplo, os marcadores trabalharam 50 vezes, dez a mais do que no jogo contra o Grêmio. 

A média de troca de passes também foi bem diferente. Contra o Fluminense, o Palmeiras deu 370 passes, cem a mais que a média e muito mais do que os 291 registrados na derrota por 1 a 0 contra o Corinthians. No quesito cruzamentos, o número contra o Fluminense também foi bem menor: 1. A média é de três certos e 12 errados. Contra o Prudente, por exemplo, o time do Palestra Itália errou 21 cruzamentos e acertou outros seis.

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