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Números justificam bronca da torcida com o time do Atlético-MG

Poucos desarmes e poucas faltas cometidas mostram que a equipe não teve a mesma pegada de costume

Victor Martins, iG Belo Horizonte |

A derrota na última rodada do Campeonato Brasileiro deixou a torcida do Atlético-MG na bronca com o time, a comissão técnica e a diretoria. Não bastasse perder para o maior rival, a equipe alvinegra levou 6 a 1 , a maior derrota do clube diante do Cruzeiro . A postura do time em campo fez o torcedor comentar sobre uma possível entrega, o que já tinha sido assunto na semana que antecedeu o clássico. Desde a interferência do patrocinador até um possível acordo político foram falados, mas o presidente Alexandre Kalil negou tudo .

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Porém, depois do clássico, o dirigente alvinegro chegou a insinuar que os jogadores teriam facilitado para o maior rival. Com 30 pontos conquistados no segundo turno, o dobro do que conseguiu no primeiro, o Atlético-MG realmente teve um desempenho bem inferior ao que vinha apresentando até então. Dois números ajudam a explicar a apatia apresentada pela equipe e que fez o torcedor ficar revoltado.

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Tanto o número de bolas roubadas, quanto o de faltas cometidas foram menores do que a média do Atlético-MG no Brasileirão, de acordo com os números do Footstats , o que mostra um time menos pegador do que o atleticano se acostumou a ver sob o comando de Cuca . Fora apenas nove roubadas de bola, sendo que a média do time na competição foi de 18 desarmes certos por jogo. Pierre , Réver e Leonardo Silva , com dois desarmes cada, foram os destaques no quesito.

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Já o número de faltas não foi tão abaixo da média atleticana, foram 13 no clássico com o Cruzeiro contra 17 da média. No entanto, foi a partida que o time foi menos violento nas últimas quatro rodadas. Contra Coritiba e Corinthians foram 22 faltas em cada jogo, além de 18 diante do Botafogo . Das 13 faltas cometidas no clássico, Serginho , Pierre e Richarlyson fizeram nove, três para cada um.

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Para o técnico Cuca, o Atlético-MG teve uma jornada infeliz diante do seu maior rival. “ É ruim perder, é horrível perder , mas temos de ter a consciência que demos o nosso melhor, mas hoje não saiu nada certo. Mas não saiu porque a gente não quis, as coisas não ocorreram como queríamos”, disse o treinador atleticano, que garantiu ter muitas lições para tirar dessa partida. “Não é agora que você tem todas elas. Você tem de encaixar essa derrota e ir aprendendo no dia-a-dia com o que aconteceu ”.

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