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Números da defesa do Fluminense preocupam

Se em 2010 o time sofreu 58 gols, em apenas três meses e 12 dias de 2011 o setor já foi vazado 23 vezes

Marcello Pires, iG Rio de Janeiro |

O que está acontecendo com o atual campeão brasileiro? Essa é a pergunta que o torcedor do Fluminense não se cansa de fazer desde o início da temporada. As razões podem ser muitas, desde a inesperada saída do técnico Muricy Ramalho até o mau momento vivido por Conca e Fred, os principais jogadores do elenco. Mas o fato é que a defesa tricolor não tem repetido o mesmo desempenho do ano passado. Se no Brasileirão de 2010 o setor foi o menos vazado da competição, em 2011 a retaguarda tricolor tem se apresentado bastante vulnerável.

Se os defensores do Fluminense são os mesmos de 2010, os números de 2011 são completamente diferentes e preocupam se levarmos em consideração que a temporada está só começando. Enquanto o time sofreu 58 gols durante todo o ano passado, neste ano, em apenas três meses e 12 dias, a defesa tricolor já foi vazada em 23 oportunidades.

Em 2010, além de ter sido a defesa menos vazada do Brasileiro com apenas 36 gols sofridos em 39 partidas, o Fluminense sofreu outros 14 no Campeonato Carioca e oito na Copa do Brasil. Na atual temporada, foram sete pela fase de grupos das Libertadores e 16 no Campeonato Carioca.

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Zagueiro Leandro Euzébio tem sido desfalque na defesa do Fluminense
Caso o clube seja eliminado na competição sul-americana e no Carioca e sofra os mesmos 36 gols no Brasileirão deste ano, serão ao todo 59 gols sofridos, um a mais do que em 2010. Uma previsão decepcionante. Mas se levarmos em conta que dificilmente o clube não se classificará para a semifinal da Taça Rio ou irá repetir a façanha do Brasileirão de 2010, a projeção é ainda mais preocupante.

As lesões de Leandro Euzébio e Digão e a improvisação de Edinho no setor poderiam servir de desculpas para o fraco desempenho da defesa tricolor. No entanto, as falhas começaram muito antes dos problemas no departamento médico.

Outro motivo que tem atrapalhado o desempenho da zaga tricolor são as constantes mudanças no meio campo. Se em 2010 o setor parecia quase instransponível com Diogo e Diguinho protegendo os zagueiros, em 2011, nem Muricy nem Enderson conseguiram dar a mesma consistência ao setor, o que pode estar fazendo a diferença.
 

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