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Futebol
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Novo técnico da Portuguesa já tem carta branca para reformulações

Jorginho terá como principal objetivo classificar a equipe do Canindé para a fase final do Paulista

Gazeta |

Substituto de Sérgio Guedes, Jorginho chegou à Portuguesa com sua comissão técnica: o ex-lateral direito Anderson Lima, ex-Santos, São Paulo e São Caetano como auxiliar, e o preparador físico Omar Feitosa, que trabalhou com o técnico no Palmeiras. E o novo comandante está liberado para mexer como quiser no elenco.

"Futebol é resultado e o Campeonato Paulista é muito curto. Faltam dez rodadas e o nosso objetivo é chegar entre os oito. Mudamos para melhorar e dar maior motivação para todos. E o técnico está autorizado a fazer mais mudanças", anunciou o presidente Manuel da Lupa, incomodado com o atual 12º lugar da equipe no Estadual, a quatro pontos da zona de classificação às quartas de final.

Jorginho já chegou mostrando voz de comando. Após fazer pose para fotos segurando a camisa da Portuguesa com Manuel da Lupa, o treinador advertiu o assessor de imprensa de que não iria adiar sua entrevista coletiva por mais alguns minutos só para posar com os colegas de comissão técnica. "Não vamos ficar aqui o dia todo", declarou, sentando rapidamente em sua cadeira.

Os atletas, pelo menos, terão mais tempo para provar ao chefe que merecem continuar no clube. Até por orientação da diretoria, o ex-meia, que comandou seu primeiro treinamento na tarde desta segunda-feira, não deverá usar como avaliação definitiva nem o jogo de quarta-feira, contra o Bangu, quando o time precisa vencer por 2 a 0 ou mais de dois gols de diferença para não ser eliminado na primeira fase da Copa do Brasil.

À espera de jogadores que não conseguem sair do departamento médico, como Ivo, Gláuber e Dodô, Jorginho até prevê que deverá tomar medidas disciplinares mais fortes. Seu único pedido público, contudo, é por lealdade, e sugeriu até que os novos comandados perguntem a Ivo e Maurício, que trabalharam com ele no Palmeiras, como é sua conduta.

"Sou leal. Se o atleta não for leal, hoje tenho a faca e o queijo na mão, e amanhã posso estar tanto no União de Mogi como na seleção brasileira. O Valdir Espinosa dizia para nós uma coisa muito legal: o atleta tem que fazer de tudo para no futuro não precisar do amigo treinador, porque a porta pode estar fechada ou escancarada", contou, citando Anderson Lima, ex-companheiro de Santos, como exemplo.

"O primeiro dia é muito legal, está todo mundo sorrindo. Mas, se o resultado não for bom no primeiro jogo, já fica todo mundo bravo", previu. "Conheço bem a Portuguesa de fora, de assistir aos jogos. Mas de dentro é completamente diferente. Preciso saber o que tenho em mãos e acelerar o processo para poder conhecê-los o mais rápido possível. Tenho certeza que vontade para eles não falta."

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