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Novo grupo político ameaça permanência de Palaia no Palmeiras

Conselheiros que são a favor da candidatura de Paulo Nobre querem criar uma nova aliança no clube

Gazeta Esportiva |

Presidente em exercício do Palmeiras até o dia 25 de novembro, Salvador Hugo Palaia nunca escondeu o desejo de concorrer ao cargo na eleição do ano que vem. Mas a missão de ganhar o pleito não será nada fácil em função da rejeição de uma nova corrente no Palestra Itália.

O grupo denominado "Verde Escuro" é formado por conselheiros mais jovens e que pretendem apostar em uma gestão moderna no clube até para diminuir o rombo dos cofres. Com isso, esses palmeirenses querem o nome de Paulo Nobre na cadeira de presidente para o biênio 2011-2012.

"Alguns reclamam que o Paulo Nobre é jovem, mas ele tem 40 e poucos anos. Hoje temos diretores de empresas muito importantes na faixa dos 30 anos. Nós queremos colocar pessoas empreendedoras no Palmeiras", afirmou Genaro Marino, diretor de futebol do Alviverde até o fim de setembro, que deixou o cargo por decisão do próprio Salvador Hugo Palaia.

A expectativa dos seguidores do "Verde Escuro" é realizar uma aliança com aqueles que atualmente apoiam Palaia em torno do nome de Paulo Nobre. O grupo espera aumentar sua força dentro do Palestra Itália até o final do mês. "Eu acho muito difícil haver um acordo pela candidatura de Palaia, então queremos conscientizar os mais antigos das nossas ideias", disse Genaro Marino.

A indefinição daqueles que formavam a situação na administração de Luiz Gonzaga Belluzzo, que segue em licença por questões médicas, beneficia apenas o grupo da oposição, liderado por ex-presidentes do Palmeiras como Afonso Della Monica e Mustafá Contursi. Se a eleição fosse feita neste momento, Genaro Marino é sincero ao falar da previsão de resultado. "A oposição ganharia", alertou.

Retorno? 
Nos últimos dias, surgiu no Palestra Itália a notícia de que haveria uma corrente favorável ao nome de Luiz Gonzaga Belluzzo para concorrer à eleição no lugar de Palaia. Mas Genaro Marino acha improvável a permanência do economista no cenário político do Palmeiras por conta das suas recentes dificuldades de saúde.

"O Belluzzo não vai ter condições, ele já não tinha condições antes de sofrer a cirurgia", opinou o ex-diretor de futebol palmeirense, ressaltando o desgaste físico e psicológico do ex-parceiro de diretoria.

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