Técnico tem 33,3% de aproveitamento e corre risco de demissão se perder para Atlético-MG

Julinho admite ser refém de resultados no Grêmio
Lucas Uebel/Vipcomm
Julinho admite ser refém de resultados no Grêmio
Julinho Camargo foi contratado, em substituição a Renato Gaúcho, para fazer o Grêmio melhorar o nível de atuação e avançar na tabela do Brasileirão . Não conseguiu em um mês, a ser completado nesta quarta-feira, ou cinco jogos. Tanto que admitiu estar pressionado para a partida contra o Atlético-MG, às 19h30min, no Olímpico:

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"Tenho uma profissão que todos conhecem muito bem. Treinador nunca tem seu cargo seguro. Ele vive e é refém de resultados".

São duas derrotas, dois empates e apenas uma vitória , ou seja, 33,3% de aproveitamento. Julinho, aliás, tem uma experiência de superação no próprio clube gaúcho. Em 2006, quando era treinador da base, perdeu um clássico Gre-Nal por 4 a 0. Era a final do Brasileirão da categoria.

"Muito se acha que é só há pressão no profissional, mas não é verdade. Quando perdemos a final, entreguei o cargo. Fui mantido e depois conquisteis dois campeonatos", comparou.

O fato é que Paulo Pelaipe, novo diretor executivo , confia no trabalho do treinador – mesmo fora da direção enviou uma mensagem ao presidente Paulo Odone sugerindo a contratação. Ele não teme o fantasma se ir para a Série B.

"Julinho não sai, ele é o treinador do Grêmio. Vai ganhar toda retaguarda para participar de nossa retomada. O torcedor está angustiado, mas nós também estamos. Tenho certeza que o Olímpico vai voltar a ser o caldeirão que era antes e vamos sair desta situação", disse Pelaipe.

Com 13 pontos, o Grêmio é o 16ª colocado. Tem dois pontos de vantagem sobre a zona de rebaixamento.

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