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Nome de estádio de Itaquera já enfrenta fogo amigo no Corinthians

Para conselheiros e o médico Joaquim Grava, clube não conseguirá usar “Naming Rights” para bancar estádio

Bruno Winckler, iG São Paulo |

O Corinthians enfrenta dúvidas até mesmo dentro do clube sobre como conseguirá pagar o financiamento do seu estádio, avaliado em R$ 700 milhões, e provável palco da abertura da Copa de 2014 . A aposta de Luís Paulo Rosenberg, gerente de marketing do clube e homem forte corintiano que cuida do assunto, sempre foi em vender os “naming rights”, ou nome de batismo do estádio, por um valor que dê ao Corinthians a condição de bancar toda a obra, financiada pelo BNDES e com a Odebrecht como avalista. O clube ainda usa a Caixa como ponte no negócio .

AE
Terreno onde será erguido o Fielzão, em Itaquera

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Rosenberg continua firme com sua ideia, mas dentro do clube a fixação do diretor não é vista com muito otimismo. “É muito difícil vender um nome e pegar. Eu não acredito que saia por um valor muito alto. Pode ser vendido, deve ser vendido, mas aqui no Brasil isso não pega”, avaliou o médico do clube Joaquim Grava e que teve seu nome escolhido para batizar o centro de treinamentos do clube no Parque Ecológico. As obras no local estão bem adiantadas .

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Alguns conselheiros do clube ouvidos pelo iG também são céticos quanto aos valores a que Rosenberg pode chegar no valor do nome do estádio. Ele sonha com até R$ 30 milhões por ano e já negocia com três empresas . “Por isto que eles papagueiam e nós fazemos acontecer”, rebateu Rosenberg, ao iG, por e-mail.

Grava foi homenageado pelo Corinthians porque ele trabalha firmemente na construção do CT e chefia quase todas as obras do local. Mas antes de decidir dar o nome do seu influente médico ao local, o clube tentou encontrar empresas que pudessem pagar para nomeá-lo. Não conseguiram.

Sem ter sucesso na empreitada, o presidente Andrés Sanchez consultou o conselho do clube que autorizou o uso do nome do médico para batizar o CT. “Se vai mudar um dia só o Andrés pode falar. Mas foi tudo aprovado no conselho, certinho”, comentou Grava, confiante em manter seu nome no CT do clube, mas nem tanto em ver o estádio de Itaquera com um outro nome se não com algo relacionado ao clube. “Arena Bradesco? Arena Itaú? Acho que não pega”, disse o médico.

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