Para o camisa 10, boas atuações e gols vão aproximá-lo da torcida. Nas ruas, carinho o impressiona

Diego Souza é um daqueles jogadores a quem é atribuído o rótulo de cria de Xerém. Revelado nas divisões de base do Fluminense, profissionalizou-se em 2004. No ano seguinte, após curta passagem pelo Benfica, vestiu a camisa do Flamengo. Seis anos mais tarde, o meia se transfere para o Vasco . Chegou inseguro, mas teve a grata surpresa ao ser bem recebido em São Januário.

Por um instante, o jogador, que faz sua estreia neste domingo contra o Botafogo , temeu sofrer algum tipo de rejeição. Para sua sorte, caiu nas graças da torcida. O assédio nas ruas, revela, tem sido surpreendente. Diego conta que não esperava ser aceito assim tão rapidamente.

Com passado nos rivais, Diego Souza tenta fazer história no Vasco
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Com passado nos rivais, Diego Souza tenta fazer história no Vasco

“O carinho é grande. No clube, nas ruas, os torcedores me param, pedem para eu ajudar o Vasco. Fico feliz, porque vejo que não há rejeição a mim por causa do meu passado”, conta Diego Souza.

O meia será o camisa 10 da Colina. Desde Petkovic e Edmundo, o Vasco não teve um jogador a altura de honrar o número que pertenceu a Roberto Dinamite, maior artilheiro da história de São Januário e atual presidente do clube.

Apontado como maior contratação da temporada, ele vem para não decepcionar os vascaínos.

“Independentemente de você ter jogado por outro clube ou não, o que faz a torcida gostar de você são as boas atuações. Se fizer gols e jogar bem, não há como o torcedor não te apoiar. É isso que espero fazer aqui no Vasco”.

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