Meia diz que falhas do zagueiro contra o Cruzeiro não comprometem o histórico do jogador em São Januário

Dedé corre acompanhado de Fellipe Bastos e Diego Souza
Maurício Val / Fotocom.net
Dedé corre acompanhado de Fellipe Bastos e Diego Souza
Se o Vasco estivesse mergulhado em uma crise, na derrota de 3 a 0 para o Cruzeiro , quarta-feira, em São Januário, Dedé deixaria de ser ídolo para ganhar status de vilão. O zagueiro teve participação direta nos dois últimos gols do time mineiro. Primeiro, permitindo que Montillo lhe aplicasse um drible entre as pernas antes de balançar a rede de Fernando Prass. Depois, cometendo pênalti em Fabrício. Roger, que acabara de entrar, cobrou e converteu.

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Apesar do prestígio no clube - foi eleito o melhor zagueiro do Brasileiro de 2010 e do Carioca deste ano -, ele não vem repetindo as boas atuações nas últimas partidas. Sorte que o Vasco acaba de conquistar a Copa do Brasil e já está na Libertadores de 2012. Do contrário, o zagueiro começaria conviver com as primeiras críticas. Mas há quem o absolva das falhas. Diego Souza toma partido do companheiro, lembrando que não se acerta todos os dias.

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"Dedé tem crédito. Isso acontece. O Dedé não vai defender todas. Ninguém é cem por cento eficiente", argumenta o camisa 10.

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