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Bernardo e Fellipe Bastos engrossam o coro de atletas satisfeitos por entrar apenas no segundo tempo

Um discurso vem chamando a atenção no elenco vascaíno: jogadores que não começam jogando, mas que sempre são aproveitados por Ricardo Gomes no decorrer das partidas, engrossam o coro de ser o 12º jogador. Depois de Bernardo aceitar a opção do treinador de lançá-lo no segundo tempo , agora é a vez de Fellipe Bastos também se colocar à disposição do comandante sem nenhuma retaliação.

Com a volta de Eduardo Costa, recuperado de lesão muscular, Bastos deve ficar no banco de reservas contra o Olaria, sábado, no Engenhão. O volante vinha atuando há quatro partidas, agradou Ricardo Gomes, mas seu aproveitamento é incerto entre os titulares na semifinal da Taça Rio. Porém, antes de qualquer polêmica, o jogador diz que apoia qualquer decisão do treinador.

“Eu estou aqui para ajudar. Se for para jogar, eu estou aqui. Mas, se for para ajudar no banco, quero é dar a minha contribuição para ser campeão. Será uma dor de cabeça boa para o Ricardo, e o que ele decidir será bom para o Vasco no sábado”, declarou Fellipe Bastos.

Depois de sofrer uma fratura na mão direira, em janeiro, na pré-temporada, em Atibaia (SP), o volante recuperou a posição somente em fevereiro. Caiu nas graças de Ricardo Gomes, virou titular, mas voltou para a reserva. Quem perde a posição atualmente na equipe não tem, em tese, motivo para reclamar, já que o Vasco está invicto há dez partidas.

Como Bastos é um dos três jogadores escolhidos pelo técnico para entrar no segundo tempo (os outros são Bernardo e Leandro), o volante prefere se aliar ao comandante, pois assim vem ganhado destaque e o reconhecimento do torcedor.

“É lógico que todo jogador quer jogar, mas só jogam 11. Assim como o Eduardo (Costa) e o Rômulo, eu também tenho condições de ser titular. Estou esperando a semana para ver o que vai acontecer”.



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