Publicidade
Publicidade - Super banner
Futebol
enhanced by Google
 

No Japão, Ganso reinicia ‘guerra’ com Santos e pede valorização

Insatisfeito com as promessas não cumpridas, atleta voltou a disparar contra os dirigentes santistas

Samir Carvalho, enviado iG a Nagoya |

Em março deste ano, o meia Paulo Henrique Ganso concedeu entrevista exclusiva ao iG e declarou que sua mágoa com os dirigentes do clube só passaria após ser valorizado. O atleta não estava blefando na ocasião. Isso porque, o Santos não concedeu o aumento salarial, e o jogador voltou a disparar contra a cúpula de Laor, como é conhecido o presidente do clube, Luís Álvaro de Oliveira Ribeiro.

Confira a tabela do Mundial de Clubes

Ganso cansou de esperar. O iG apurou que o jogador não confia nas promessas de Luís Álvaro. Além de nunca ter recebido o projeto de carreira divulgado por Laor na imprensa, o atleta ficou chateado com a falta de interesse do clube em comprar o porcentual de seus direitos negociados com a DIS, braço esportivo do Grupo Sonda.

“Não sei por que não compraram. Não me deram motivo. Ofereci e não quiseram. Então, vendi para o DIS. No futebol é assim. Se um não quer, o outro vem e busca”, disse.

Veja também: Ganso vende 10% de seus direitos a empresários

O jogador, inclusive, ficou satisfeito com a postura do empresário Delcir Sonda, que fez questão de fechar a negociação na última sexta-feira, antes do embarque do atleta para o Japão. O acordo não foi assinado, fato que acontecerá quando o jogador voltar do país nipônico.

A DIS pagou à vista R$ 5 milhões pelos 10% e cobriu uma oferta da empresa BWA, empresa que administra venda de ingressos e começou a investir em porcentagem de atletas de futebol.

Leia também: Ganso diz que mágoa com diretoria só passará após contrato assinado

O camisa 10, que não havia concedido entrevista coletiva ainda no Japão, conversou com os jornalistas pela primeira vez nesta semana e deixou um recado para a diretoria. O atleta disse exatamente o que noticiou o iG no último sábado: o Santos teve a oportunidade de adquirir os 10% dos direitos econômicos negociados com a DIS, mas não quis comprar.

“Não me preocupa em nada. Vou continuar fazendo o meu trabalho aqui no Santos para mostrar que eu preciso ser mais valorizado”, afirmou Ganso.


Notícias Relacionadas


Mais destaques

Destaques da home iG