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No Brasil, Blatter evita “problema Valcke” e renúncia de Teixeira

Presidente da Fifa classificou como passagem natural mudança na CBF e não confirmou se secretário-geral seguira como interlocutor

Paulo Passos, enviado iG a Brasília |

Em visita ao Brasil, onde se encontrou com a presidenta Dilma Rousseff nesta sexta-feira, Joseph Blatter, presidente da Fifa, evitou falar sobre a permanência ou não de Jérôme Valcke como interlocutor da entidade com o Governo Federal. O cartola foi vetado pelo ministro do Esporte, Aldo Rebelo, após dizer que o Brasil precisava de um “chute no traseiro” para acelerar a organização do Mundial.

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“Jerome Valcke continua trabalhando para a Fifa. O problema entre Valcke e Brasil pertence ao presidente da Fifa. Ele deve solucionar”, afirmou Blatter. Ao ser perguntado qual seria a solução para o caso, o dirigente mostrou irritação. “Podem me dar tempo para resolver o problema?”, respondeu.

A reunião desta sexta no Palácio do Planalto foi para tentar aparar as arestas e resolver a crise na relação entre o Governo Federal e a Fifa.” Hoje (sexta) tivemos um bom encontro porque tivemos a oportunidade de trocar pontos de vistas sobre a Copa.Chegamos à conclusão de que vamos trabalhar juntos, de mãos dadas, para fazer a Copa mais extraordinária já organizada pela Fifa”, comentou o dirigente.

Reuters
Joseph Blatter está no Brasil para encontro sobre a Copa do Mundo de 2014
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Blatter foi econômico nas palavras sobre a renúncia de Ricardo Teixeira da CBF (Confederação Brasileira de Futebol) e do COL (Comitê Organizador Local da Copa). “São mudanças, teremos novas pessoas. É uma passagem natural que acontece no mundo todo”, afirmou.

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O presidente da Fifa nem sequer citou o nome do novo mandatário do COL e da CBF, José Maria Marin. O cartola não foi convidado para o encontro desta sexta-feira, que teve Ronaldo como representante do Comitê.

Marin assumiu o comando do COL e da CBF após Ricardo Teixeira renunciar na última segunda-feira. Envolvido em denúncias de corrupção no Brasil e no exterior, o cartola não tinha mais trânsito com o Governo Federal nem com a Fifa.

 

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