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No aguardo de autorização, Palmeiras deve implodir arquibancada só em dezembro

Time precisa de aval de subprefeitura para derrubar parte do estádio; obras, no entanto, seguem normalmente

Danilo Lavieri, iG São Paulo |

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Palmeiras e WTorre aguardam por mais uma autorização para as obras da Arena. A luta contra a burocracia, dessa vez, fica por conta da autorização da subprefeitura da Lapa para poder demolir as arquibancadas Limão e parte das numeradas. O prazo inicial de essa etapa da obra acontecer no dia 27 de novembro deve ser alongado. A implosão deve ser feita apenas entre os dias 4 e 5 de dezembro.

A autorização da entidade se faz necessária pelo uso de dinamite nas obras. A técnica de implosão obriga que o trânsito da região seja interditado por um tempo para evitar problemas.

"A gente precisa da autorização da subprefeitura. Algumas demoras no processo fazem a gente acreditar que isso só vai sair no outro fim de semana, não no que estava previsto. A prefeitura está perto de nos dar a autorização, mas a preparação leva um tempo. E se quiséssemos fazer neste fim de semana poderia ficar muito em cima da hora. A implosão é um processo que precisa de um tempo", disse o diretor administrativo do clube, José Cyrillo Junior.

A implosão, como todos os processos relativos à obra, dependem da marcação de uma data pela WTorre. A empresa de engenharia, aliás, finalmente satisfez todas as vontades do Palmeiras. Assim como noticiado no último dia 16 de novembro pelo iG, a companhia duplicou o seguro de perfomance, colocando um o Palmeiras como o beneficiário e o Banco do Brasil no outro.

A apólice foi entregue ao Palmeiras na última sexta-feira. O advogado do Palmeiras analisará a documentação para finalmente oficializar a assinatura do documento.

A demora no processo, no entanto, já era esperada pela diretoria e as obras estão dentro do cronograma traçado inicialmente. Até mesmo a lentidão na hora de implodir a arquibancada não atrapalha a continuidade da Arena. As obras continuam normalmente, segundo o dirigente.

"Recebemos a apólice na última sexta-feira à noite e foi enviado para o advogado do Palmeiras ainda na segunda-feira. Agora, aguardamos a manifestação dele. Já chegamos a um denominador. Mas tudo está dentro do tempo normal. São pequenos problemas que vão sendo solucionados aos poucos. Nada que nos preocupe com o andamento da obra, que continua normal", concluiu Cyrillo.

O Palmeiras deve ter seu novo estádio pronto em meados de 2013, pronto para ser usado na Copa dos Confederações. O custo de R$ 330 milhões está sob a responsabilidade da WTorre, que já conseguiu o financiamento de metade da obra com o Banco do Brasil.

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