Presidente da Conmebol e Rei do futebol dão respostas evasivas quando questionados sobre acusações

A polêmica envolvendo a Fifa que teve como último capítulo a demissão vice-presidente da entidade, Jack Warner , virou assunto na coletiva de imprensa que reuniu dirigentes da Conmebol, do Santos, do Peñarol e também o Rei Pelé nesta quarta-feira. Nicolás Leoz, presidente da entidade que manda no futebol da América do Sul, não quis comentar o assunto e mostrou incômodo ao ser questionado.

No mesmo instante em que era questionado, um outro membro da Conmebol, sem identificação e fora da bancada dos entrevistados, fazia sinais para que Leoz se calasse, usando os dedos para simular uma tesoura, para que o dirigente cortasse o assunto.

“Todos os assuntos envolvendo a Conmebol já foram conversados internamente e também conversamos com o Ricardo (Teixeira, presidente da CBF). Já está tudo finalizado. Não acho que mexe nada com a credibilidade da Fifa”, resumiu Leoz.

Pelé também foi evasivo na hora de comentar o assunto. O ex-jogador disse que não fez interferência nenhuma no caso e lamentou a demissão de Jack Warner.

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“No comitê que eu participo, não temos nenhuma intervenção neste caso. Nenhuma influência também no caso da compra de votos. Fiquei sabendo tudo pela imprensa e fiquei surpreso pela demissão do Warner, um dos nossos amigos. A nossa comissão não influenciou em nada disso”, afirmou o melhor jogador do século passado.

Pelé também deu a entender que é a favor da política de isenção fiscal para que o estádio do Corinthians seja erguido. A votação dos vereadores para que as isenções sejam concedidas deve acontecer até o fim desta semana.

“Eu acho que tudo o que puder para que tenhamos estádios no nível da Europa, a gente tem que fazer. A maneira que está sendo feita, toda essa confusão é que nos deixa triste”, completou.

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