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Nelsinho diz que Neymar é superstar, mas alerta para outros santistas

Técnico apontou o time da Vila Belmiro como favorito na semifinal desta quarta-feira no Mundial de Clubes da Fifa

AE |

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AP
Nelsinho Baptista participou de coletiva nesta terça-feira no Mundial de Clubes
O brasileiro Nelsinho Baptista, técnico do Kashiwa Reysol, rival do Santos na semifinal do Mundial de Clubes da Fifa, exaltou nesta terça-feira o atacante Neymar. O treinador mostrou grande preocupação com o poder de desequilíbrio do astro da equipe de Muricy Ramalho e o chamou de "superstar" em entrevista coletiva antes do duelo desta quarta, em Nagoya. 

Veja a tabela completa do Mundial de Clubes da Fifa

"O Neymar é um jogador que sem dúvida tem um grande potencial. Pode chegar a ser o melhor do mundo", afirmou o comandante, que depois lembrou que o Santos conta com outros jogadores que são decisivos. "Todo mundo fala de Neymar, não há dúvida de que é o superstar. Mas também tem Ganso, Elano e o Borges. O Santos todo tem jogadores muito bons. Arouca, Danilo pela direita, o próprio (Edu) Dracena", completou. 

Entretanto, o técnico do time japonês cometeu algumas gafes ao falar dos "coadjuvantes" do Santos. Ele chamou o goleiro Rafael de Marcelo e confundiu o zagueiro Bruno Rodrigo, que formará dupla com Edu Dracena, com o xará Bruno Aguiar.

Nelsinho reconheceu também o favoritismo do Santos na semifinal, mas chega confiante na luta por uma vaga na decisão, após o Kashiwa Reysol ter eliminado Auckland City e Monterrey em sua campanha neste Mundial. "Barcelona e Santos são os favoritos", admitiu o treinador, que poderia encarar o rival espanhol na decisão da competição se surpreender o time santista nesta quarta-feira. 

Já ao ser questionado sobre o fato de que irá reencontrar o Santos, após ter sido demitido do comando do clube em 2005, após uma goleada de 7 a 1 para o Corinthians, Nelsinho revelou "carinho" pelo time da Vila Belmiro, mas deixou claro que tem saudade apenas da época em que foi jogador da equipe santista, na década de 70. "No Japão existe um contrato e se respeita pelo tempo que dure, haja resultados ou não, só se rescinde se ocorrer algo extraordinário, se não, se mantém. No Brasil, a permanência depende de três resultados e assim é difícil trabalhar", reclamou.

"Tenho carinho e gratidão ao Santos, pelos momentos que vivi dentro do clube, mas vou enfrentá-los como o que sou agora, um adversário", completou o técnico, antes de revelar que não nutre nenhum tipo de "sentimento" em relação ao rival brasileiro durante a preparação para a semifinal.

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