Recém-transferido para o City, o jogador acredita que a construção do Emirates Stadium deixou clube no vermelho

Para o meia Samir Nasri , a construção do estádio Emirates deixou o Arsenal sem dinheiro para fazer grandes contratações e segurar as principais peças do elenco. Neste verão europeu, o francês se transferiu ao Manchester City por R$ 64 milhões e Cesc Fabregas foi vendido ao Barcelona por R$ 75 milhões.

O técnico Arsene Wenger já assegurou a contratação do meia Park Chu-Young , do Mônaco, e está próximo do brasileiro André Santos, do Fenerbahce, e do zagueiro Per Mertesacker , do Werder Bremen. Outros alvos são os meias Yossi Benayoun e Florent Malouda , do Chelsea, ou Clint Dempsey , do Fulham.

"Arsenal é um clube grande, mas após a construção do Emirates, a situação financeira mudou bastante e as ambições são diferentes. O problema não é Arsene Wenger. O Arsenal não tem os mesmos recursos dos times líderes e não pode fazer as contratações de antes. Ao contrário: é obrigado a vender os melhores jogadores e apostar nos jovens", explicou em entrevista à France Football.

Nasri estava no último ano do contrato e, se não fosse vendido, sairia de graça. Antes adorada pelos torcedores, a política de apostar sempre em jovens promessas vem irritando os fãs. "Há sinais que não mentem. A saída de Fabregas ao Barcelona é um deles. O final da nossa temporada foi outro desafio. A derrota para o Birmingham na final da Copa da Liga foi muito dura. Eu vim ao Manchester City, um clube em alta, e não me arrependo de ter jogado no Arsenal", garantiu.

"Eu aprendi muito jogando no nível mais alto. Quando cheguei, havia muita competição e eu consegui me impor. Foi uma experiência de vida fantástica. Aprendi muito sobre mim mesmo. Sou mais goleador que no passado. Progredi defensivamente. Eu devo muito ao Arsenal, especialmente a Arsene Wenger.

Seu primeiro jogo no City foi a goleada por 5 a 1 sobre o Tottenham. Três desses gols saíram de assistências suas.

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