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Na volta ao Brasil, Renato acha que Brasileirão está mais difícil

Volante do Botafogo disputou o torneio pela última vez em 2004, quando foi campeão com o Santos

Renan Rodrigues, iG Rio de Janeiro |

O volante Renato , novo reforço do Botafogo , pode falar com propriedade sobre a dificuldade de se disputar e vencer um Campeonato Brasileiro. Com o Santos , o jogador foi campeão em 2002 e 2004, além de ter atuando em nove edições do torneio nacional, vestindo também a camisa do Guarani. Por isso, ao avaliar o atual momento do futebol brasileiro, o volante usa o exemplo de sua própria contratação para justificar o fortalecimento da competição.

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Para Renato, os clubes brasileiros estão repatriando mais jogadores de qualidade e conseguindo segurar as grandes revelações por mais tempo, algo mais raro sete anos atrás, quando o jogador deixou o país para atuar no Sevilla, da Espanha.

"Fiquei sete anos fora e agora vejo que existem muitos jogadores bons voltando, inclusive de nível de seleção brasileira. Acho que o Campeonato Brasileiro se tornou mais competitivo. Espero enriquecer a competição também com minha volta. A cada ano, sempre aparecem jogadores maravilhosos, mas essa experiência em 2004 não era muito grande. Quem se destacava ia logo para a Europa, agora os clubes estão fazendo esforço para manter os jovens", disse Renato.

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Outro motivo que justifica o nivelamento do Brasileirão, na visão de Renato, é a menor disparidade entre a força econômica dos clubes. O jogador acredita que nos torneios da Europa, principalmente da Espanha, onde atuou, a diferença é muito maior e acaba polarizando a disputa.

"O Campeonato Brasileiro é o mais difícil do mundo atualmente. O Fluminense estava para cair em um ano e no outro foi campeão, o que mostra como a coisa é equilibrada. Até pelo poderio econômico mais parecido entre as equipes. Claro que existem diferenças, mas não como acontece na Europa, principalmente na Espanha", declarou o reforço do Botafogo.

Se fora de campo, Renato observa várias mudanças, dentro dele o jogador garante não ter muitas surpresas. O jogador garante que pode atuar como segundo volante ou meia mais avançado, dependendo da opção do técnico Caio Júnior. "Vou ajudar no que ele (Caio Júnior) precisar de mim, tanto como segundo volante ou jogando como meia, algo que fiz no Sevilla".

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