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Futebol
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Muricy Ramalho revela sonho de um dia trabalhar com o filho

Treinador afirma que só vai parar depois que Muricy Ramalho Junior fizer parte de sua comissão técnica.

Marcello Pires, iG Rio de Janeiro |

Um dos maiores orgulhos de um pai é quando o filho segue sua profissão. Pai de dois homens e uma mulher, Muricy Ramalho não teve esse privilégio. Mas não foi por falta de tentativa. O do meio, de 21 anos e que leva seu nome, até tentou fazer carreira no São Paulo, mas não aguentou o tranco e preferiu a faculdade de educação física. Mas se o destino não quis dar ao filho a possibilidade de um dia ser treinado pelo pai, pelo menos a profissão escolhida acabou abrindo caminho para uma dobradinha dentro dos gramados num futuro bem próximo.

“Ele tentou jogar, foi da categoria de base do São Paulo, dei chance para ele andar com suas próprias pernas, mas ai começou negócio de noiva e ele não aguentou. Futebol é uma coisa difícil, tem que abrir mão de um monte de coisa. Parece que é bom e que é fácil, mas o começo é muito difícil”, explicou o pai.

Se não teve o pai por perto durante boa parte de sua juventude, Muricy Ramalho Junior espera passar a tê-lo todos os dias quando se formar na faculdade de educação física. Mas o negócio do garoto não é mandar e ser treinador. Estagiário da preparação física do Pão de Açúcar, ele quer fazer parte da comissão técnica do pai por seus próprios méritos.

Mas a recíproca é verdadeira e, orgulhoso, o pai afirma que o sonho em trabalhar com o filho é grande. Tanto que o técnico do Fluminense, que recentemente chegou a dizer que não ficaria no futebol por muito mais tempo, pelo visto mudou de ideia e afirma que só vai parar depois que um dia trabalhar com o filho.

“Vamos ver se ele consegue me alcançar para vir trabalhar comigo. Vai ser um sonho para mim. Ele leva o meu nome”, disse o pai orgulhoso.

Mas não é só Muricy Junior que gosta de futebol na casa dos Ramalho. A mais velha, Fabíola, de 28 anos, também acompanha de perto a carreira do pai. São-paulina como os irmãos, ela é publicitária e sempre que pode gosta de assistir os jogos do Fluminense. Já o mais novo, Fábio, de 16, é o menos chegado a uma bola.

“O mais novo está nos Estados Unidos e não é muito chegado a futebol não. O negócio dele é MotoCross. Ele gosta de pular com moto, mas é legal, faz bem o esporte também”, disse o treinador do Fluminense.
 

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