Publicidade
Publicidade - Super banner
Futebol
enhanced by Google
 

Mundial de Clubes embala as superstições do Internacional

Torcida enumera fatos que ocorreram em 2006 e vê coincidências com o que vem acontecendo com o clube na atual temporada

Altair Santos, especial para o iG |

Quanto mais se aproxima o Mundial de Clubes de Abu Dhabi, mais crescem as comparações dos torcedores colorados com a competição de 2006, quando o Internacional sagrou-se campeão. É nas coincidências que a torcida mais se apega. Entre elas, o favoritismo com que o campeão europeu chegará ao Mundial. Em 2006, o Barcelona desembarcou no Japão com a faixa no peito. Agora, a situação é igual com a Inter de Milão. Isso é bom para nós,diz Pietro Souza, coordenador de pesquisa histórica do museu do Internacional.

O ex-goleiro Clemer, que foi o camisa 1 do Internacional há quatro anos, torce para que as coincidências se concretizem, mas alerta que o Internacional precisa estar bem preparado para o Mundial. Tomara que as coincidências se repitam, mas vamos ter que ralar muito, muito mesmo, para ganhar do nosso primeiro adversário, seja ele quem for. O mesmo vai servir para a Inter de Milão, diz Clemer, ele mesmo protagonista de uma coincidência.

Em 2006, depois de sofrer lesão muscular na reta final do Brasileiro, o goleiro não inspirava confiança na torcida ao chegar no Mundial. Ocorre o mesmo agora com Renan, Abbodanzieri e Lauro, que disputam para ver quem será o a camisa 1 do Inter em Abu Dhabi. Se o titular for o argentino Pato Abbodanzieri, eis mais uma coincidência: há quatro anos, Clemer tinha 38 anos, a mesma idade de hoje do gringo do Internacional. E mais: em 2006 também havia um Pato no time gaúcho. Era o atacante Alexandre Pato.

O atual atacante do Milan também embala as comparações que a torcida do Internacional busca entre o Mundial de 2006 e o de 2010. Paranaense de Pato Branco, ele viu o torneio servir de trampolim para uma carreira internacional. Agora, o Inter avalia que ocorrerá o mesmo com Giuliano, paranaense nascido em Curitiba. Assim como tivemos o Pato, hoje temos o Giuliano. E assim como tivemos o Gabiru, hoje temos o Alecsandro, que tem sido muito contestado pela torcida, mas é nossa aposta para fazer o gol do título, compara Pietro Souza. 

Outras coincidências que anima os torcedores do Internacional são as seguintes: em 2006, como em 2010, o clube viu o rival Grêmio ser campeão gaúcho; em 2006, como em 2010, não foi campeão brasileiro; em 2006, como em 2010, também tinha um ex-gremista do outro lado: antes, Ronaldinho Gaúcho, agora, Maicon; em 2006, como em 2010, o Inter eliminou o São Paulo na Libertadores (naquele ano, na final; neste ano, na semifinal). Por fim, há quatro anos, o Gre-Nal do Brasileiro disputado no Beiro-Rio também terminou 0 a 0.

Outra comparação envolve o técnico. Abel Braga, em 2006, chegou ao Internacional tendo no currículo uma carreira errática. Firmou-se na carreira exatamente após a passagem vitoriosa pelo Beira-Rio. Acreditamos que vai acontecer o mesmo com Celso Roth. O Abel era um técnico muito contestado, tinha a fama de chegar sempre em segundo lugar, assim como o Roth. O Abel levantou o caneco e esperamos que aconteça o mesmo com o Celso, torce o historiador do clube, confiante nas coincidências entre 2006 e 2010.

Leia tudo sobre: internacionalmundial de clubes

Notícias Relacionadas


Mais destaques

Destaques da home iG