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Futebol
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Mundial de clubes começa com legião de brasileiros

País é o que mais tem atletas na competição que tem início nesta quarta-feira, em Abu Dhabi. São 27 jogadores entre Internacional, Internazionale e Al-Wahda

Marcel Rizzo, enviado iG a Abu Dhabi |

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Brasileiros serão a maioria no Mundial de clubes que começa na tarde (horário de Brasília) desta quarta-feira em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos. Com a confirmação dos 23 inscritos dos sete participantes do torneio, que terá o Internacional como representante brasileiro, 27 brasileiros jogarão a competição (17% do total).

A maioria, claro, atletas do Inter, mas há também na Internazionale de Milão (ITA) e no Al-Wahda, representante da casa. O Mundial começa com o Wahda enfrentando o Hekari United, de Papua Nova Guiné, (Oceania) às 14h (20h locais).

Getty Images
Zagueiro Lúcio é um dos seis brasileiros da Inter de Milão que estarão no Mundial

São 18 jogadores no Inter, seis na Internazionale de Milão e três no Al-Wahda. Poderia ser mais, se Philippe Coutinho não estivesse machucado. Ele acabou cortado da lista final dos italianos. Dos sete países representados, os italianos têm apenas cinco jogadores, todos na Inter. O clube de Milão é o que mais tem estrangeiros , com 18 jogadores de 12 nacionalidades diferentes. Há mais argentinos (9) e jogadores de Fiji (6) e Ilhas Salomão (6), estas duas últimas nacionalidades graças ao Hekari United, do que italianos.

É uma maneira que os clubes conseguiram de montar grandes times. O Mundial de clubes tem que ser isso, uma festa entre os países. Os clubes podem e devem ter estrangeiros em suas bases, disse Jerome Valcke, secretário-geral da Fifa. Ele explicou que até 2014, data que a Fifa têm contrato com a montadora de carros japonesa Toyota, o torneio não terá mudanças significativas, mas que depois será reavaliado. Ele não acabará, garantiu. Em 2011, o campeonato volta a ser disputado no Japão.

Os únicos três jogadores que participam da competição e já venceram o Mundial são brasileiros e estão no Inter: Renan e Índio ganharam pelo próprio clube gaúcho, em 2006, no Japão, enquanto Kléber conquistou em 2000, pelo Corinthians, no Brasil. A Fifa faz o levantamento com base nos campeonatos chancelados por ela, a partir de 2000 (com hiato entre 2001 e 2004). Não entra na conta a Copa Intercontinental, disputada pelos campeões europeu e sul-americano até 2004.

Divulgação
Após rodar o mundo, Fernando Baiano é principal nome do time do Al Wahda

Fidelidade
Em segundo lugar, com 20 jogadores inscritos, está a Coreia do Sul do Seognam Ilhwa Chunma, que enfrenta na segunda rodada o vencedor dos times do EAU e de Papua. Isso acontece porque os coreanos são os mais fieis a seus país. Apenas três atletas são estrangeiros (um australiano, um macedônio e um colombiano, este conhecido dos brasileiros, Molina, que jogou no Santos). O Inte tem cinco gringos (três argentinos e dois uruguaios) e é o terceiro mais fiel, atrás também do Al Wahda.

O investimento (do clube), num primeiro momento, foi com estrangeiros, mas o fortalecimento do futebol sul-coreano fez com que os nossos jogadores ficassem também valorizados, explicou Tae Yong Shin, técnico do Chunma.

O Hekari United é dividido entre jogadores amadores de Papua, que é último colocado no ranking da Fifa, e jogadores de Fiji e Ilhas Salomão, estes semi profissionais. O Al-Wahda tem a maioria de árabes, com quatro estrangeiros (três brasileiros e um marfinense).

No Pachuca, do México, são oito estrangeiros, entre argentinos, colombianos , norte-americanos e paraguaio. Já o africano Mazembe, da República Democrática do Congo, tem camaroneses, jogadores de Zimbábue e Zâmbia, mas todos são africanos.  17 desses atletas do Mazwembe participaram do torneio do ano passado, também em Abu Dhabi.

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