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Mudo sobre o COI, Havelange é ovacionado por Parreira e cia. no Rio

Ministro do Esporte evita criticar cartola que pediu saída do COI às vésperas de audiência na entidade sobre possível corrupção

Renan Rodrigues e Vicente Seda, iG Rio de Janeiro |

Após renunciar às suas funções no COI (Comitê Olímpico Internacional) quando o Comitê de Ética da entidade preparava audiência sobre a conduta de três dos seus integrantes, João Havelange foi aplaudido na abertura do Footecon e chamado de "pai" por Carlos Alberto Parreira, organizador do evento.

Leia tambem: Renúncia encerra investigação sobre Havelange, diz presidente do COI

Ex-presidente da Fifa e padrinho político de Ricardo Teixeira, Havelange preferiu não dar entrevistas em sua primeira aparição pública desde que deixou o Comitê. Ele era investigado sobre suposto envolvimento com pagamentos ilícitos da extinta empresa suíça de marketing esportivo ISL, que negociava direitos de transmissão de eventos da Fifa. Com a saída de Havelange, alegando problemas de saúde, a investigação foi dada como encerrada.

Leia também: Fifa adia divulgação de dossiê que implica Teixeira em caso de corrupção

Também presente à abertura, o ministro do Esporte, Aldo Rebelo, sucessor de Orlando Silva, que deixou a pasta sob acusações de corrupção, se esquivou quando indagado sobre Havelange. “Creio que a renúncia às funções ocupadas em órgãos internacionais é uma decisão pessoal do Havelange. É uma personalidade do futebol, com grande influência no exterior, mas isso não prejudicará a organização da Copa ou das Olimpíadas".

AE
Havenlange conversa com Parreira durante a Footecon 2011, no Rio de Janeiro

Rebelo afirmou ainda que “todas as obras para a Copa do Mundo de 2014 serão entregues no prazo, mas se houver atraso será pouco”. Otimista, o ministro disse pretender aprovar ainda neste ano, na Câmara dos Deputados, a Lei Geral da Copa, cuja demora na aprovação tem causado desgaste entre governo e Fifa. O aval do Senado, porém, só em 2012.

“A única obra com um pouco de atraso é a do Internacional, mas já foi dado um grande passo para que isso seja compensado”, disse o ministro, sem dar maiores explicações. “O Brasil estará preparado, tem grandes arenas e já deu exemplos de que consegue fazer uma organização decente em grandes eventos”.

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