Corintianos terão 2,4 mil ingressos na partida semifinal, no Pacaembu, como sempre pediu promotor Paulo Castilho

nullO fato dos corintianos ocuparem apenas 5% do Pacaembu neste domingo quebra um acordo feito entre a diretoria do Palmeiras e do Corinthians em 2008. Na ocasião, Luiz Gonzaga Belluzzo e Andrés Sanchez fecharam um pacto para que nenhuma das equipes usassem o Morumbi para mandar jogos e concordaram que o visitante teria direito a mais do que os 5% previstos pela Lei. O fato, no entanto, não incomoda a diretoria corintiana.

A torcida palmeirense vai ser maioria absoluta no Pacaembu
Bruno Winckler
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Tanto o diretor adjunto de futebol do Corinthians, Duílio Monteiro Alves, quanto o vice-presidente de futebol do Palmeiras, Roberto Frizzo, usaram o Ministério Público como justificativa para que a divisão acontecesse dessa forma. Segundo eles, o promotor Paulo Castilho recomendou que os visitantes tivessem apenas 5% para evitar problemas.

"Gostamos da decisão, ainda tentamos convencer o Palmeiras a ceder o tobogã, mas eles conquistaram esse privilégio no campo e concordamos com a decisão dos 5%. Até porque foi uma orientação do Ministério Público. Ficamos chateados em não ter o tobogã, mas estamos satisfeitos em jogar no Pacaembu. Preferimos o Pacaembu nestas condições, ao Morumbi, nas mesmas condições", disse Duilio Monteiro Alves.

"Nós não quebramos o pacto. Apenas acatamos a decisão do Paulo Castilho, que pediu para termos apenas 5% de visitantes. Não queremos que as torcidas fiquem inflamadas e vamos evitar confusões", disse Roberto Frizzo.

O diretor palmeirense também descartou o aumento do preço dos ingressos, apesar de achar que a mudança de preços seria justa considerando a procura pelo jogo: "Chegamos ao filé mignon", resumiu Frizzo.

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