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Mourinho: "Se eu atirasse a garrafa, nunca mais poderia treinar"

Técnico português do Real, que foi alvo de jogador do Villareal, ironizou a punição dada ao meia Cani

Gazeta |

O téncico José Mourinho ironizou a polêmica em que quase foi atingido por uma garrafa de água durante a partida do Real Madrid contra o Villarreal. O atleta que a atirou, o meia rival Cani, foi expulso da partida pelo árbitro do jogo mesmo no banco de reservas, mas teve o seu cartão retirado pela comissão de arbitragem da liga espanhola.

"Fiquei feliz que eles tenham retirado o seu cartão vermelho. Mas se fosse um jogador meu, tenho certeza que seria suspenso por três meses, e se fosse eu, não poderia ser treinador nunca mais", alfinetou o português. "Mas não me incomodo, não foi uma agressão. Foi um gesto de mais um daqueles que pensa que todas as coisas que faço têm conotação negativa", afirmou.

Mourinho ainda falou sobrea sua maneira de ser à frente dos clubes que comanda. "Quente ou frio, sempre tento ser honesto. Só isso. Já me viram muitas vezes falando que o árbitro esteve fantástico. Em outras não comemorei os gols", relembrou, explicando ainda o fato de ter dedicado o título de melhor técnico do mundo em 2010 à Inter de Milão.

"A história da Inter? Em 2010 eu estive com os jogadores de lá e é normal que meu coração esteja com esses atletas que me fizeram vencer, tanto da Inter como do Real Madrid. É normal que eu queira pensar neles", defendeu-se.

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