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Ministro hesita, mas Sanchez diz que SP não terá Copa das Confederações

Presidente corintiano diz que estádio do Palmeiras, se estivesse pronto, poderia ser sede do evento teste para o Mundial

Marcel Rizzo e Paulo Passos, iG São Paulo |

A cidade de São Paulo está fora da Copa das Confederações de 2013. A afirmação foi feita nesta sexta-feira por Andrés Sanchez, presidente do Corinthians , após seminário sobre a Copa do Mundo de 2014 realizado na Assembleia Legislativa de São Paulo. O ministro dos Esportes, Orlando Silva Jr, não cravou, mas também disse que sem o Fielzão, estádio corintiano, pronto até junho de 2013, outras cidades merecem mais do que São Paulo receber a competição teste para a Copa.

“São Paulo já era”, disse o dirigente corintiano. “Se a o campo do Palmeiras estivesse pronto, poderia ter jogo [na cidade]. Mas como está em obras e tem que definir [as sedes da Copa das Confederações] logo, São Paulo já era”.

Como o Fielzão, estádio escolhido pela Fifa para sede de jogos da Copa do Mundo, não ficará pronto até maio de 2013, a Arena Palestra e até mesmo o Pacaembu apareciam como alternativas. Até mesmo o Morumbi chegou a ser cogitado por Luís Paulo Rosemberg, diretor de marketing do Corinthians e responsável do clube por assuntos ligados à construção do estádio de Itaquera. Sanchez tratou a frase de seu dirigente como brincadeira.

Mais cedo no mesmo evento, Orlando Silva disse que, se dependesse dele, a cidade não será sede do torneio. “São Paulo não tem que ser sede da Copa das Confederações porque não vai ter estádio”, falou Silva. “Se o estádio do Corinthians não ficar pronto até maio de 2013, São Paulo não deverá ser sede até porque seria injusto com outras cidades que cumprirem os prazos”.

O ministro deixou claro, no entanto, que a decisão sobre o assunto será da Fifa, em julho. Ele contou que ocorrem conversas entre os governos estatuais e municipais com a entidade máxima do futebol mundial, mas que a palavra final será da Fifa.

Além de Sanchez e Silva, participaram do seminário vários deputados. O prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, e o presidente da CBF (Confederação Brasileira de Futebol) e do COL (Comitê Organizador Local), Ricardo Teixeira, confirmaram suas presenças, mas não apareceram. Kassab foi representado por Gilmar Tadeu, secretário para assuntos relativos à Copa na cidade

Briga pela abertura
Concorrendo com Brasília, Salvador e Belo Horizonte pelo direito de abrir a Copa-2014 , São Paulo foi colocada como favorita por Orlando Silva, mas com apenas uma condição.

“São Paulo é a mais preparada para receber a abertura do que as concorrentes pela questão da infra-estrutura, mas precisa ter estádio”, afirmou o ministro.

*Colaborou Pedro Taveira

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