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Mesmo valorizado, Kleina sabe que depende de resultados na Ponte

Treinador recusou proposta do Fluminense para permanecer na equipe que ocupa a quinta posição do Paulista

Gazeta Esportiva |

Depois de preferir permanecer na Ponte Preta a se transferir para o Fluminense, o técnico Gilson Kleina ganhou moral com a diretoria e com os torcedores da equipe de Campinas. Mesmo assim, o comandante acredita que a fidelidade ao clube não lhe trará grandes mudanças na rotina do trabalho.

"O tempo dirá se agi certo ou não (recusando o Fluminense), mas todos podem ter certeza que, se as coisas não acontecerem aqui, não vou reclamar nem jogar na cara de ninguém que recebi proposta e poderia ter saído. Isso não vai acontecer. Eu fico, pois acredito na Ponte. Se um dia o time não render na minha mão, eu vou ser o primeiro a propor uma troca", garantiu Kleina, em entrevista à Rádio Central, de Campinas.

A proposta salarial do Fluminense seria três vezes maior do que o valor que o treinador recebe atualmente. Porém o contrato seria de apenas três meses, já que a diretoria tricolor queria que Kleina fosse uma espécie de 'tampão', que ficaria na equipe até a chegada de Abel Braga, que já está apalavrado para voltar às Laranjeiras.

Na última terça-feira, um dia depois da possível saída, Gilson Kleina fechou o treino da equipe, que já se prepara para o jogo desta quinta-feira, contra o Ituano, no Estádio Moisés Lucarelli. Para esta partida, Mancuso, Renatinho, Gil, Ricardinho e Gerson seguem fora da equipe, tratando suas lesões no departamento médico.

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