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Futebol
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Mesmo esquecido em 2010, Diego Souza não guarda mágoa de Dunga

Meia acredita que terá chances de ir à Copa de 2014 porque grupo de mano Menezes ainda está em formação

Hilton Mattos, iG Rio de Janeiro |

A convocação para o jogo com a Argentina fez bem a Diego Souza . A relação com Mano Menezes, estabelecida em sua passagem pelo Grêmio, em 2007, lhe dá a confiança que faltou na época de Dunga. Com o ex-treinador, o meia foi chamado para as partidas contra Chile, Venezuela e Bolívia, atuando penas 45 minutos na altitude de La Paz. Passados dois anos, Diego se recorda bem do episódio. Em entrevista ao iG, o camisa 10 do Vasco absolve o antecessor de Mano.

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Diego reconhece que o grupo de Dunga já estava fechado. A Copa do Mundo da África era dali a alguns meses. E dificilmente ele estaria na lista final. Ficou um gostinho de decepção, pois seleção é sua meta. Mas, aos 23 anos, à época, o tempo ainda se encarregaria de lhe devolver aquela sensação de estar entre os melhores de seu país.

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AE
Diego Souza é assediado na chegada a Belem para amistoso da seleção brasileira contra Argentina
“Eu fui convocado em outrubro e a Copa foi em junho. Sabia que não ia. Mas queria ser chamado. Era um sonho, foi a minha primeira vez. Não deu, o time não foi bem, eu fui sacado no intervalo. Depois não voltei. Mas não culpo o Dunga, pois ele já tinha as pessoas de confiança dele na seleção”, destaca Diego Souza.

O discurso mostra um tom de maturidade do meia vascaíno. Em momento algum na entrevista ele atacou o ex-treinador. Diego conta que havia, sim, a esperança de se sair bem e de repente permanecer no grupo. Inclusive, afirma, foi assim que ele se apresentou – com este espírito de lutar por uma lugar no Mundial a todo custo. Mas as coisas não deram certo.

“Em momento algum, eu estava indo por ir. Sabia que seria difícil, mas fui determinado”.

O momento atual é diferente. A quase três anos da Copa que será realizada no Brasil, Diego voltou a ser o jogador que encantou o futebol brasileiro vestindo as camisas do Palmeiras e do Grêmio. E aí que estão depositadas as suas esperanças. Quando atuou pelo time gaúcho, teve como comandante ninguém menos que Mano Menezes. Além disso, o tempo até a Copa é longo, e Mano terá mais paciência para testar e observar os jogadores.

“Hoje é mais fácil porque o grupo está se formando. Temos ainda 2011, 12, 13 e 14 pela frente. Meu desejo era voltar à seleção. Voltei. Sei que o difícil é manter, mas é isso o que eu quero fazer para ficar e não sair mais. Vou dar sequência ao meu trabalho no Vasco para ser chamado de novo”, frisa Diego.

Nos dias em que ficou com a seleção em Belém, o meia teve um reencontro com Mano Menezes. Não houve muita intimidade. Diego conta que o estilo do comandante não é de privilégios. Mas o clima, pelo menos para ele, melhorou. Agora ele vai manter vivo o sonho de disputar uma Copa do Mundo, pois, diferentemente de 2009, quando saiu no intervalo na derrota de 2 a 1 para a Bolívia, quarta-feira o jogador foi mais participativo. Atuou apenas 20 minutos, mas deu passe para o gol de Neymar, que decretou a vitória de 2 a 0 sobre os rivais argentinos .

“Claro que eu fiquei na expectativa de começar jogando. A gente sempre quer ser titular. Mas só de estar ali de volta me fez muito feliz, aí pensei em dar a minha contribuição quando tivesse oportunidade. Entrei, dei o passe para o gol e participei de outro lance também numa jogada com o Rômulo. Saiu muito emocionado. Como eu disse, tenho chances de voltar mais vezes e quero muito voltar”.
 

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