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Medina, algoz corintiano, ganha a camisa de Ronaldo de presente

Atacante colombiano foi só elogios ao ídolo brasileiro a quem ofuscou em Ibagué

Bruno Winckler, enviado iG a Ibagué |

Wilder Medina, um dos algozes do Corinthians na sua mais recente eliminação da Libertadores, ganhou a camisa que Ronaldo usou na partida contra o Tolima, nesta quarta-feira, em Ibagué, na Colômbia. Fã declarado do atacante brasileiro, Medina fez o que mais se esperava do camisa 9 corintiano: um gol. Foi o segundo da vitória dos colombianos por 2 a 0.

“Vou pendurar na parede da minha casa como recordação de uma partidas mais importantes da minha vida. Não tem preço”, disse Medina algumas horas depois do fim do jogo, no saguão do hotel onde a equipe está hospedada e enquanto suas filhas Camila e Ariadna faziam uma verdadeira arruaça com o pai.

Aos 29 anos, Medina crê que atingiu o ápice da sua carreira marcada por muitos problemas no início da sua trajetória. O atacante admite que usou drogas e que era um “pandillero” (marginal) na sua cidade natal, Puerto Nare, no departamento de Boyacá, no norte do país.

“É verdade que caminhava pelas ruas armado, com más companhias e fazendo coisas erradas, mas encontrei a Deus e agora estou sendo agraciado”, disse Medina, pego uma vez por doping, no início da carreira, e ainda respondendo por outro caso no ano passado. Os dois por uso de maconha.

“Esta vez não houve nada. A outra sim. Estou seguro que não acontecerá nada. Quero fechar a boca dos críticos com gols como venho fazendo”, disse ao iG, antes da partida em que brilhou mais que seu ídolo maior.

Medina conta que encontrou-se com Ronaldo e disse que ficou impressionado com a forma como foi recebido pelo atacante brasileiro. “Foi uma humildade incrível. Ele fala bem o espanhol, conversamos alguns minutos e me tratou como se já me conhecesse há muito tempo. Se ele era meu ídolo antes pelo que fez em campo, é muito mais agora depois da forma como me recebeu”, disse. “Alguns jogadores da Colômbia nunca ganharam nada na vida e sentem maiores do que são, te olham por cima. Ronaldo, que foi o maior que vi é o contrário”, comentou Medina.

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