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Treinador do Vasco mostrou evolução nos movimentos do lado direito. De grau 2, subiu para 3, numa escala até 5

Fisioterapia devolveu parte dos movimentos do lado direito a Ricardo Gomes
Agência Globo
Fisioterapia devolveu parte dos movimentos do lado direito a Ricardo Gomes
A pergunta mais feita para a equipe médica que operou Ricardo Gomes é sobre prazos. Sejam eles sequela ou a volta ao trabalho diário. A toda instante, os especialistas que acompanharam o treinador no Hospital Pasteur, durante a internação por conta do AVC hemorrágico , respondia que somente após o fim dos sedativos e a extubação (retirada do tubo traqueal) poderiam lhes dar uma posição melhor. Ainda assim, ficava o questionamento: tudo vai depender das reações do paciente. Na última conversa com os jornalistas, domingo, quando Ricardo teve alta , o neurocirurgião José Antônio Guasti estimou seis meses para o treinador estar liberado e retomar as atividades.

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“É difícil falar em prazos. Mas acredito que em seis meses ele já estará em condições de voltar”, disse, de maneira informal, o responsável pela delicada cirurgia do técnico do Vasco.

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Ricardo está em casa, depois de passar três semanas no hospital. O treinador tem sessões diárias de fisioterapia e fonoaudiologia. Os movimentos do lado esquerdo não apresentam sequelas. Os da direita, no entanto, carecem de tratamento. Em uma escala de zero a cinco, obedecendo a prática médica, ele apresentou grau dois com o fim dos medicamentos. Em duas semanas, já evoluiu para grau três. Os médicos, por sua vez, acreditam que ele vá recuperar plenamente os movimentos.