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Futebol
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Mazembe promete atacar o Inter com futebol dos anos 60

Treinador disse que não mudará o estilo mesmo enfrentando um rival brasileiro. Presidente do clube do Congo cita anos 60 e 70 para falar do estilo de seu time

Marcel Rizzo, enviado iG a Abu Dhabi |

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O técnico do Mazembe, Lamine Ndiaye, prometeu não mudar a maneira de sua equipe jogar nesta terça-feira, quando enfrenta o Internacional na semifinal do Mundial de Clubes (o jogo começa 14h de Brasília em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos). O ataque continuará sendo prioridade para os africanos.

Não tenho porque mudar a forma de minha equipe atuar. Somos assim, gostamos de atacar e vamos manter essa estratégia contra os brasileiros, disse o treinador.

O Mazembe voltou a ser campeão na República Democrática do Congo mais de 40 anos depois de seu auge, no final dos anos 60. Em 1967 e 1968 a equipe da província de Katanga, ao sul do país, foi bicampeão africano jogando um futebol, nas palavras do presidente e investidor do clube, Moises Katumbi, igual ao da seleção brasileira campeã do mundo em 1970, no México.

Depois disso o futebol ficou chato, feio, e o Mazembe deixou de ter uma equipe ofensiva e por isso ficou tantos anos sem ganhar títulos. Voltamos a vencer quando recuperamos esse futebol alegre dos africanos, disse Katumbi ao iG.

O  Mazembe, quando não está com a bola, forma duas linhas de quatro na marcação. Os jogadores de defesa não são altos, o maior é Kimiwaki com 1,84m, por isso o time tenta evitar antes da intermediária os cruzamentos. Quando tem a bola, a tática se transforma em um típico 4-3-3, com um armador (Sunzu, expulso contra o Pachuca, deve ser substituído por Kasongo), e três atacantes rápidos. Não há um centroavante fixo.

O time deles tem um ótimo conjunto, nota-se que joga junto fez tempo, disse o técnico do Inter, Celso Roth. 17 jogadores que disputaram o Mundial de Clubes do ano passado pelo Mazembe continuam na equipe. Em 2009, também em Abu Dhabi, os africanos acabaram em sexto lugar com derrotas para o Pohang Steelers, da Coreia do Sul, e para o Auckland, da Nova Zelândia.

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