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Futebol
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Maturidade é a arma do grupo vascaíno nas partidas decisivas

Confiança é a tônica entre os jogadores. Experiente, Felipe diz que sabe o que fazer quando a bola rola

Hilton Mattos, iG Rio de Janeiro |

Confiança é tudo num grupo de futebol. E no atual elenco do Vasco há jogadores que encaram finais e clássicos sem o frio na barriga habitual depois que a bola rola. Nos bastidores do cube, principalmente naa concentrações, o clima costuma de ser esperança - digamos - um pouco acima da média.

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É fato recorrente nas resenhas a aposta na vitória quando o time está concentrado ou nas conversas de vestiário. Num grupo com Felipe , Juninho Pernambucano , Alecsandro , Leandro e Diego Souza , a experiência em finais embala o time e passa segurança aos mais jovens. Isso nada mais é do que um grupo experiente, campeão, emprestando seu currículo nos momentos mais importantes da temporada.

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Quarta-feira, em Santiago, o time precisa vencer o Universidad de Chile para chegar à final da Copa Sul-Americana . Internamente, a conversa era em tom de vitória.

"Vamos ganhar hoje, domingo do Flamengo e na segunda viajamos para Quito", comentavam os jogadores, acreditando que derrotariam o badalado time chileno, há cinco meses invicto. O time perdeu de 2 a 0 e foi eliminado , não disputará a final contra a LDU, mas a certeza da vitória era grande. E continua.

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Felipe faz musculação observado pelo fisiologista Daniel Golçalves
Aos 34 anos, Felipe é o mais experiente ao lado de Juninho. O meia explica a calma nos bastidores e quando o juiz apita:

"A ansiedade existe até a bola rolar. Depois que o jogo começa, a gente sabe o que fazer lá dentro. Em campo, ficamos tranquilos, este time á maduro. Dá frio na barriga? Dá, mas antes. Em campo sabemos que é mais fácil", conta Felipe, um dos responsáveis por tranquilizar os novatos às vésperas dos jogos decisivos.

Em junho, o Vasco decidiu o título da Copa do Brasil contra o Coritiba. Era a primeira vez que o clube brigava por uma competição na Série A - o último título foi o Carioca de 2003. Além disso, era uma conquista inédita. O torcedor, apreensivo, lotou Curitiba. No hotel, os jogadores estavam calmos.

O semblante dos demais integrantes da comissão técnica e da diretoria impressionavam. Mas os jogadores, entre si, sabiam que depois que a bola rolasse, eles teriam o controle das ações.

Naquela semana, era este o tom nas conversas internas entre os jogadores:

"O time deles é bom, mas o título vai ser nosso", diziam os jogadores, confiantes.

“Quando a gente fica experiente, a tranquilidade é maior. A gente via o pessoal nervoso, mas sabíamos que o grupo tinha condições de ser campeão”, comentou o atacante Alecsandro, que deve voltar ao time no lugar de Elton, domingo, contra o Flamengo. Para ser campeão brasileiro, o time precisa vencer o rival rubro-negro e torcer pela derrota do Corinthians contra o Palmeiras.

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