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Matheus e Busatto são os próximos na fila da fábrica de goleiros

Terceiro e quarto reservas do Grêmio, jovens fazem pré-temporada ao lado de ídolos Marcelo e Victor

Hector Werlang, enviado iG a Bento Gonçalves |

Bruno Junqueira/TratoTXT
Marcelo, Victor, o preparador Chiquinho, Busatto e Mathues: segunrança no gol do Grêmio
O segredo do sucesso é colher os frutos do presente e pensar no futuro. É assim que o Grêmio mantém a tradição de revelar grandes goleiros. Desde 2005, 10 saíram do forno e quatro deles chegaram à seleção. Os próximos são Matheus e Busatto.

Veja também: Grêmio transforma Olímpico em fábrica de goleiros

Atuais terceiro e quarto goleiro, respectivamente, os jovens de 22 e 21 anos, participam da pré-temporada, em Bento Gonçalves, ao lado do reserva Marcelo e do titular Victor. Fazem a mesma preparação sonhado em ter ao menos uma chance na temporada.

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"O gol é a única posição em que joga apenas um. Então, é mais difícil ter oportunidade. Ainda mais num clube com tanta qualidade quanto o Grêmio. O segredo é aprender com os mais experientes para manter esta tradição, né?”, disse Matheus.

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Busatto é o mais jovem e tem nos dois primeiros da hierarquia uma admiração enorme. Os chama de ídolos:

"Evoluímos muito nesta turma de goleiros. O Victor é um grande exemplo, o Marcelo é outro. Enquanto não jogamos, tentamos manter o ritmo nos treinamentos”.

O discurso é afinado e a amizade interna fica evidente. Marcelo, 25 anos, há 12 no Olímpico, aceita a reserva, mas busca o seu espaço.

“Futebol é assim, a gente se respeita. Falo para eles terem paciência, já tive essa experiência, e tive a oportunidade de começar a jogar mais cedo. Eles são novos, e o goleiro naturalmente começa mais tarde, amadurece mais tarde. Tudo tem o seu momento”, filosofou.

Até porqur Victor volta e meia é chamado para a seleção. Ele, aos 28 anos, o único a não ser formado na base, referenda tudo com uma frase:

“Aprendi muito com eles. Não teria conquistado todos os prêmios individuais se a concorrência interna não fosse forte”.

Quem comanda o quarteto é o preparador Francisco Cersósimo, também da seleção. E sabe como ele mantém o grupo unido? Dizendo a verdade.

“Eles sabem que tem um profissional que não vai mentir. E cobro que eles sempre busquem o seu espaço. São quatro, só joga um, a rotatividade é pequena, mas a cobrança pela evolução é diária”, contou.

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