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Marquinho se sente honrado com oportunidade de jogar no Azteca

Apoiador quer fazer história com o Fluminense no palco que Pelé já brilhou. Muricy tem boas recordações

Marcello Pires, iG Rio de Janeiro |

Inaugurado no dia 29 de maio de 1966, o Estádio Azteca é o único do mundo, ao lado do Centenário, em Montevidéu, a sediar duas finais de Copa do Mundo: em 1970, na conquista do tri pelo Brasil, e em 1986, na vitória da Argentina de Maradona sobre a Alemanha. Por esse histórico, Marquinho afirma que se sente um privilegiado de poder atuar no palco que Pelé, Rivellino & Cia encantaram o mundo.

“Acho muito legal, fico honrado. Falo para as pessoas mais próximas que sou feliz de defender um clube grande e vestir uma camisa de tradição como a do Fluminense e poder jogar em estádios que muita gente queria apenas entrar”, afirma Marquinho.

O jogador sabe que a tarefa do Fluminense não será fácil. Além da pressão em ter de vencer o adversário mais complicado do grupo 3 da Libertadores, tudo conspira contra: o retrospecto do América, que venceu 39 vezes em 42 jogos em casa, a força do torcedor mexicano e, principalmente, a altitude. Mas nada disso parece intimidar Marquinho.

“É uma honra poder jogar no Azteca. Só em pensar que por lá passaram os maiores jogadores do mundo, é motivo de satisfação. Vamos tentar fazer história lá também”, disse o apoiador.
Se Marquinho vai debutar num dos estádios mais famosos do mundo, Muricy ramalho já teve o privilégio de pisar no gramado da Cidade do México como jogador , na época que defendeu o Puebla, e como treinador, pelo São Caetano.

“Eu tenho boas recordações de lá. Mas a melhor delas nem foi jogando. Foi em 2004 com o São Caetano, quando eliminamos o América ”, lembra Muricy, que alerta Ricardo Berna.

“A altitude nem afeta tanto assim, mas a bola fica mais rápida. Os goleiros sofrem demais. Eu lembro que nunca fui especialista em bolas paradas, mas quando joguei lá passei a cobrar faltas e fazer alguns gols por causa da velocidade da bola”, conta Muricy.
 

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