Estilo aguerrido e de muita marcação do apoiador do Fluminense encarna o espírito da Libertadores

Um dos jogadores que mais encarnam o espírito guerreiro que virou marca registrada do time do Fluminense , Marquinho ficou marcado por se destacar nos momentos mais agudos do clube nas últimas temporadas. Foi assim na arrancada contra o rebaixamento em 2009, quando marcou o gol contra o Coritiba que manteve o Tricolor na Série A, e na excelente atuação na vitória de 4 a 2 diante do Argentinos Juniors , que valeu a classificação às oitavas-de-final da Libertadores, sua competição preferida.

“Eu nunca tinha jogado uma Libertadores e essa é minha primeira, mas tenho certeza de que é a competição que mais gosto de jogar”, afirmou Marquinho.

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As razões são muitas. Não bastasse a importância da competição sul-americana no currículo de qualquer atleta, a Libertadores se caracteriza pelos jogos pegados, de muita marcação, com poucas faltas e de muita luta, marcas registradas do jogador do Fluminense.

“A arbitragem é diferente, não marca qualquer faltinha boba e deixa o jogo correr. Eu preciso os jogos pegados, sem frescura, de pouca faltas, aguerridos. Nos torneios nacionais qualquer contato os árbitros marcam falta”, disse o apoiador.

Para encarar os métodos dos árbitros sul-americanos e tentar repetir o feito de 2008, quando o Fluminense chegou à final da competição, Marquinho afirma que o time terá de aprender a jogar no Engenhão e usar a cabeça para superar as retrancas dos adversários.

“O Fluminense é muito acostumado a jogar no Maracanã. A gente não imaginava que seria tão difícil se adaptar ao Engenhão. Mas temos que aprender a jogar lá na Libertadores. Se no Brasileiro os adversários vêm para cima da gente, na Libertadores eles jogam fechadinhos, buscando os contra-ataques. Temos que ter mais a posse de bola e paciência para atacar, pois na hora certa o gol vai sair”, explicou.

Independentemente de fazer a primeira partida em casa, Marquinho tem uma receita simples e infalível para o time seguir adiante na competição.

“Não adianta jogarmos bem e não vencer. Temos que fazer os gols. É claro que uma goleada por quatro ou cinco gols nos daria uma tranquilidade para o jogo da volta, mas nessa fase qualquer vitória é importante para conseguirmos a classificação”, assegurou.

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