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Mario Bolatti começa com tudo no Inter e quer festa no fim do ano

Argentino fala da contribuição do time para a sua rápida adaptação e destaca a presença dos compatriotas

Gabriel Cardoso, iG Porto Alegre |

Lucas Uebel/VIPCOMM
Volante tem três gols em dois jogos: números de dar inveja aos atacantes
Mario Ariel Bolatti, volante, argentino, 1m89cm. Trata-se da grande novidade do Internacional para o início de 2011. Focado no trabalho e modesto nas palavras. Joga em uma função discreta, mas tem assumido o papel de protagonista.

“Espero continuar assim. Quero aproveitar isso e seguir somando. Eu coloco metas curtas para mim e uma delas é a Libertadores. Estamos fazendo um papel importante. Temos que ir pouco a pouco, com calma, e tomara que chegue no fim do ano e todos possamos festejar”, projetou o volante.

Bolatti não completou sequer 3 horas vestindo a camiseta vermelha. Estreou em Gauyaquil, no mal cuidado campo do Emelec, mesmo assim foi o autor do gol do empate, e saiu antes do fim da partida. Atuou os 90 minutos contra o Jaguares nesta quarta-feira, fez mais dois gols, e caiu de vez nas graças do torcedor.

“Já me surpreendeu o tratamento na minha chegada, nem esperava tanto. Acho que não se pode falar de idolatria por duas partidas. Me parece algo louco. Mas estou muito contente com o tratamento. Tem que ter calma e espero devolver todo o carinho”, disse Bolatti.

A cautela do argentino não é a mesma do torcedor. O bom desempenho de D´Alessandro e Guiñazu nos últimos anos criou uma regra entre os seguidores do Inter: “Se é argentino, é bom de bola”. Bolatti chegou com este pedigree, e não deu nem tempo de se pensar o contrário. Já ganhou até grito de guerra no Beira-Rio: “BO-LA-TTI! BO-LA-TTI!”, dizia a torcida antes do jogo.

“Não sei se existe um segredo para a minha rápida adaptação, mas tem que ter confiança. Colocar uma meta e procurar cumprir. O fato de ter argentinos contribuiu O grupo é muito bom e isso ajudou muito. Estou gostando. A cidade é muito bonita, as pessoas são especiais, me fazem sentir em casa. É uma possibilidade de estar mais perto da seleção”, finalizou.
 

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