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Marfinenses do Sevilla pedem que ações militares não afetem população

Jogadores da equipe espanhola ainda têm parentes no país e estão preocupados com os conflitos contra Gbabo

EFE |

Os três jogadores da Costa do Marfim que atuam pelo Sevilla, os meias Ndri Romaric e Didier Zokora e o atacante Arouna Koné, fizeram um apelo para que as ações militares registradas em seu país não afetem a população civil. Os três jogadores, através de comunicado oficial do clube, mostraram uma grande preocupação pelo fato de seus familiares que residem em Abidjan terem que enfrentar os combates que ocorrem na capital da Costa do Marfim.

Os atletas mantêm contato constante com amigos e parentes para saberem mais informações sobre a situação do país, visto que as fronteiras da Costa do Marfim estão fechadas e os enfrentamentos entre as milícias de Laurent Gbagbo e os soldados leais ao presidente eleito, Alassane Ouattara, não cessam.

"Está ocorrendo uma situação muito complicada porque há dois presidentes e nenhum quer abandonar o poder. As forças internacionais também intervieram (...) Minha família está lá, meus amigos, e espero que os militares não toquem na população, que solucionem os problemas entre eles, mas que deixem os marfinenses tranquilos", declarou Romaric. "Para mim é muito duro, porque sei que tenho que estar concentrado nos jogos, no Sevilla", acrescentou.

Já Koné avaliou que a situação em seu país é "muito ruim". "Tenho que ligar toda hora, porque estou preocupado. Minha família está com muito medo. Tenho quatro irmãos em Abidjan que não podem sair às ruas por causa dos confrontos", explicou o atacante.

Zokora, por sua vez, também afirmou ter amigos e familiares em seu país e confessou estar bastante preocupado.

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