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Marcos fala de aposentadoria e brinca sobre pedra no rim

"Quase morri, mas ninguém falou nada, porque não tinha obrigação de jogar" disse o ex-goleiro

Gazeta |

AE
Depois da aposentadoria, o ex-goleiro Marcos se tornou embaixador do Palmeiras
O ex-goleiro Marcos não se arrependeu da aposentadoria. Quando anunciou o fim da carreira, em janeiro, o pentacampeão sofria com as dores no joelho esquerdo, que ainda não melhoraram. Para piorar, o ídolo alviverde revelou de forma descontraída que teve um novo problema de saúde.

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"Minha parada foi quando eu achei que tinha de ser. Estou há três meses sem jogar e meu joelho ainda incomoda. Há alguns dias, tive pedra no rim, coisa de ‘véio’, ainda bem que não estou jogando. Quase morri, mas ninguém falou nada, porque não tinha obrigação de jogar", afirmou, entre risos.

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Longe dos gramados, Marcos explicou que preenche sua agenda com os novos compromissos profissionais, aproveitando sua imagem. Embaixador do Palmeiras e da Arena Palestra Itália, o ex-goleiro até brinca com os eventos agendados por seu consultor.

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"Ele arma os eventos para mim e, quando chego lá, são 500 bolas para assinar, enquanto ele senta ao lado de uma bandeja de lanches. Depois de três horas, quando vamos embora, ele olha para mim e fala que foi tranquilinho", gargalhou.

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O ex-goleiro viaja com o elenco, na tarde desta terça-feira, para o Ceará, onde o Verdão encara o Horizonte, pela Copa do Brasil . O embaixador palmeirense terá encontro com torcedores e patrocinadores. Marcos também confirmou ter recebido convites para trabalhar em emissoras de TV, mas não se sente apto para o cargo.

"Recebi um monte (de convites) para ser comentarista, mas não estou preparado, preciso aprender a falar primeiro. Queria ficar no meio do futebol mesmo. Depois de muitos anos no Palmeiras, é difícil sair. Acho que trazer retorno bom para o clube é a função que gostaria de fazer. Não só eu, mas também pessoas como Ademir, César... Tomara que dê certo", concluiu.

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