"Infelizmente, não posso jogar todas", disse o goleiro, que voltou aos campos na vitória contra o Paulista

O goleiro Marcos comemorou a possibilidade de atuar por 90 minutos pelo Palmeiras diante do Paulista de Jundiaí, porém ainda teme a reação de seu joelho esquerdo nos próximos dias. Por isso, o próprio arqueiro sabe que não tem garantias de estar pronto para defender o clube do Palestra Itália contra a Portuguesa, domingo à tarde, no Canindé.

"Precisa ver como o joelho vai estar amanhã (sexta-feira). É uma situação chata para mim, para o treinador, fica complicado não ter uma sequência. Mas, infelizmente, não posso jogar todas", comentou.

Para evitar o impacto constante no joelho esquerdo, Marcos está sendo submetido a um trabalho diferenciado em relação aos goleiros mais jovens. Ainda assim, ele ressalta que o calendário do futebol brasileiro o prejudica.

"O time não pode precisar muito de mim, infelizmente já tive muitas contusões. Se o Palmeiras tiver um ano positivo, fizemos as contas que poderemos ter até 87 jogos. Para mim, é demais. Mas a torcida pode ficar tranquila. Quando eu sair, outro goleiro vai jogar da melhor forma possível", destacou.

Realista, o técnico Luiz Felipe Scolari considera impossível fazer um prognóstico para Marcos sobre o jogo contra a Portuguesa. Desta forma, Deola tem chances de reaparecer na meta palmeirense no domingo.

"Pelo que foi falado entre nós, ele deve jogar um jogo, o outro talvez não. Devemos esperar a recuperação. Com o tempo, teremos uma ideia da situação. Mas está bom, temos Deola, o Bruno e o menino do time de juniores, o Fábio, que será um dos melhores goleiros que o Palmeiras vai ter. Estamos tranquilos", ponderou o comandante.

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