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Marcos defende ex-companheiro Ronaldinho, mas revela frustração

Goleiro ficou chateado ao ver amigo recusando a proposta do Palmeiras para voltar ao futebol brasileiro

Gazeta |

Pentacampeão mundial com a seleção brasileira em 2002 ao lado de Ronaldinho Gaúcho, o goleiro Marcos defendeu o meia, criticado intensamente após a arrastada negociação com o Flamengo. Ainda assim, ele revelou certa frustração pela decisão do ex-companheiro de recusar a proposta do Palmeiras.

"A gente achava (que o Ronaldinho viria). Pelo que ficávamos sabendo, tudo que o Assis pediu, o Palmeiras atendeu. Imagina que você está me vendendo um carro e pede 30 mil num dia e amanhã pede 36 mil. Por isso que o Felipão estava bravo", disse o goleiro após o empate por 2 a 2 com o XV de Piracicaba na noite de quarta-feira.

O ex-jogador do Milan recebeu propostas de Palmeiras, Grêmio e Flamengo. Durante as negociações com Assis, irmão e empresário de Ronaldinho, os três clubes chegaram a dar a contratação como certa. No entanto, o time carioca levou a melhor e apresentou o meia na quarta-feira.

"O Ronaldinho é um grande jogador e é obvio que a gente gostaria de contar com ele aqui. Ajudaria muito e estávamos esperançosos, mas estamos numa democracia e ele pode escolher o que quiser. Ele escolheu o que achou melhor para ele", declarou o goleiro de 37 anos.

Mais do que defender o meia após a polêmica transferência para o Flamengo, Marcos disse torcer pelo sucesso dele em seu retorno ao futebol nacional. "Eu espero que ele possa fazer um grande ano e voltar à seleção brasileira, porque é um jogador fundamental", afirmou.

Até o momento, os dois únicos dois reforços do Palmeiras são o zagueiro Thiago Heleno, dispensado pelo Corinthians, e o atacante Adriano Michael Jackson, contratado junto ao Fluminense. Esperançoso, Marcos sonha com uma boa temporada, provavelmente sua última como profissional.

"É claro que precisamos de reforços em algumas posições, mas temos um bom time. A cobrança sobre nós é maior, porque não ganhamos um título de expressão há algum tempo. Se eu que tenho 37 anos sinto frio na barriga, imagina os mais jovens. Temos que entender isso e treinar para ter um ano diferente do ano passado. Sempre começamos o ano com motivação e esperança", encerrou.

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