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Marcos Assunção pede contratação para ajudar Kleber no ataque

Volante concorda com Felipão e diz que é preciso um camisa 9 para dividir funções no Palmeiras

Danilo Lavieri, iG São Paulo |

Experiente e um dos líderes do elenco, Marcos Assunção adota do mesmo ponto de vista de Felipão. Para ele, Kleber precisa de um companheiro que cumpra as funções de um verdadeiro camisa 9 para que o Palmeiras possa passar a comemorar mais gols.

Assunção explica que Kleber está sofrendo a marcação dobrada dos adversários e que acaba cansado muito antes de seus rivais.

“O que acontece é que a gente tinha um jogador que estava jogando junto ao Kleber que era o Dinei. E ele se machucou. Precisamos de um outro jogador que se junte ao Kleber. Às vezes, ele fica metido no meio de três zagueiros, o que é muito ruim. O Felipão quer um cara que ajude o Kleber a brigar com zagueiros, pois tem uma hora que ele não aguenta. A bola está na ponta e ele não tem perna para chegar”, disse Marcos Assunção.

Essa pode ser uma das justificativas para o Palmeiras poder se gabar pela melhor defesa do Paulista, mas sofrer para balançar as redes adversárias, com apenas dois gols a mais do que o lanterninha Grêmio Prudente, que tem dez gols.

No empate por 0 a 0 no último jogo contra o Mogi Mirim, aliás, o assunto voltou a ser discutido por Felipão pelas inúmeras chances perdidas, assim como foi no clássico contra o Corinthians, quando seu time foi derrotado por 1 a 0.

“Não te digo que foi falta de pontaria. Os goleiros estão defendendo muito. Se fosse falta de pontaria, iria para fora. A gente está chutando muito em cima do goleiro e às vezes eles estão defendendo também. Não podemos tirar o mérito dos goleiros. Nem acho que é falta de pontaria, mas, sim, um pouco mais de tranquilidade”, explicou Assunção.

Os erros repetidos, segundo o volante, não podem acontecer contra o São Paulo. Segundo ele, os atacantes do time do Morumbi têm mais qualidade e não perderão a mesma quantidade de gols do Mogi Mirim.

“Isso não pode acontecer contra times grandes. Ficar criando tanto e não fazermos. O time grande vai ter mais qualidade do que o pequeno e uma jogada como eles (Mogi) tiveram, de sair na cara do gol, o grande não falharia. Foi o que aconteceu contra o Corinthians. Eles tiveram duas chances e fizeram uma”, completou.

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