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Marcos Assunção nega abusos e defende direito de se divertir

Atleta foi criticado por torcida organizada após a derrota por 1 a 0 contra o Fluminense no domingo

Gazeta |

O volante Marcos Assunção evitou um discurso de conflito contra os torcedores organizados do Palmeiras . Bastante criticado depois da partida contra o Fluminense , quando foi chamado de 'cachaceiro' pelos uniformizados, o experiente jogador afirmou que tem o direito de se divertir, mas negou que consuma bebidas alcoólicas e explicou que sabe o momento de ficar em casa.

"Claro que dois dias antes (de uma partida), é preciso respeitar o Palmeiras e não estar por aí, porque não vai aguentar o jogo. Mas em semana sem jogo não tem problema nenhum, porque não dá para viver só de trabalho. Eu saio quando posso, jamais vão me ver enchendo a cara dois dias antes. Não sou evangélico, mas não bebo porque não gosto. Quem me conhece sabe. Se me verem por aí, estarei com garrafa de água", afirmou o meio-campista, à "rádio Globo", depois da vitória por 1 a 0 sobre o Figueirense.

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A torcida organizada promete marcar pressão sobre os jogadores, criando uma campanha para que os palmeirenses enviem fotos e vídeos de atletas vistos em baladas. Marcos Assunção, porém, reitera que não vê problemas em sair nos dias longe de jogos.

"Esse negócio do disque-denúncia foi o meio de encontrar os jogadores que saem, mas saem nas horas de folga. Temos nossa vida fora do Palmeiras também, somos seres humanos, não podemos pensar só no trabalho", acrescentou.

O técnico Luiz Felipe Scolari, por sua vez, deu uma resposta bem curta ao falar sobre a iniciativa da torcida em vigiar os atletas. "É frescura, pronto", sentenciou.

Já o volante, que completou 35 anos nesta semana, garante que não suportaria o ritmo de jogos se exagerasse nas horas vagas e avisa que ficou fora de poucas partidas do clube. "Se estivesse com 35 anos e bebendo, não aguentaria. Muitas vezes, o Felipão fala para eu sair um pouquinho (do treino) para descansar, e eu digo que não".

Os atritos entre Marcos Assunção e a torcida começaram há mais tempo. No mês passado, o volante discutiu com alviverdes ao defender o atacante Luan de críticas e acha que pode ter alguma influência nos problemas atuais, mas garante já ter superado o episódio.

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"Pode ter sido. Mas isso foi resolvido, é uma página virada. A torcida tem de estar junto com os jogadores, só assim podemos alcançar o objetivo de chegar na Libertadores e brigar por títulos", comentou, antes de elogiar o apoio que o time recebeu em Florianópolis, na vitória por 1 a 0 sobre o Figueirense.

"Hoje (quarta), incentivaram o tempo todo, é assim que tem de ser, para que possamos jogar tranquilos. É preciso ter respeito entre jogador e torcedor. Quando tiver folga, podemos sair e nos divertir", finalizou.

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