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Marco Antonio está ansioso para primeira decisão contra ex-clube

São-paulino na infância, meia da Portuguesa foi revelado no São Paulo. Mas sempre se deu bem contra ex-time

Gazeta |

Provável novidade entre os titulares da Portuguesa para o jogo de domingo, Marco Antônio é mais do que alguém que foi são-paulino na infância e enfrentará a equipe no domingo. O meia passou mais de uma década no clube do Morumbi, onde virou profissional. E pela primeira vez desafiará o ex-time em um confronto decisivo.

Desde quando foi emprestado pelo São Paulo pela primeira vez, em 2004, o jogador acostumou-se a ter sucesso diante da camisa que tanto defendeu nas categorias de base. No domingo, na Arena Barueri, é a hora de duelar por uma vaga na semifinal do Campeonato Paulista.

"Vai ser a minha primeira decisão contra o São Paulo. Mas todos os jogos contra Corinthians, São Paulo e times desse porte são decisões", argumentou Marco Antônio, que, apesar da comparação com outros rivais, não esconde a expectativa para o decisivo confronto deste fim de semana.

"É sempre muito bom enfrentar o São Paulo. Minha semana fica diferente. É o time que torci quando era criança. E você passa dez, 12 anos vestindo aquela camisa, enfrentá-la depois tem um gosto especial", admitiu o meio-campista, que estreou como profissional no Tricolor em 2003, como candidato a novo Kaká, mas teve poucas chances.

Já em 2004, ele foi emprestado ao Náutico, voltou no ano seguinte para ser campeão paulista pelo São Paulo e, na mesma temporada, foi para o Santo André até que, em 2006 foi adquirido em definitivo pelo Juventude, de Caxias do Sul (RS). A partir daí, defendeu Sport, América de Rio Preto (SP), Criciúma e Vitória até chegar à Lusa em 2009.

Nas contas pessoais do atleta de 26 anos, são dois gols contra o ex-time, e costumeiras boas atuações. "Não sei se é pela forma que eu me preparo para o jogo, por decisão do Homem lá de cima, mas sempre me dou bem contra o São Paulo", apontou o jogador, que treina diferente quando vai encontrar o Tricolor.

"Em tudo o que faço nos treinos, imagino que aquela situação vai se repetir no jogo. Faço com mais capricho, mais atenção. A própria concentração no dia anterior é diferente. Fico mais ligado, atento para errar menos. Reparo em pequenos detalhes que nem percebo em outros jogos", contou.

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