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Mano vê supremacia do Brasil ameaçada: Não trabalhamos bem

Em palestra no Footecon, técnico da seleção deu sua versão para a queda da diferença técnica entre o Brasil e as seleções mais frágeis da América do Sul

Renan Rodrigues, iG Rio de Janeiro |

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Um dos palestrantes do Footecon (Fórum Internacional de Futebol), o técnico da seleção brasileira, Mano Menezes, declarou que o Brasil ainda não atingiu o nível ideal de organização no futebol, e por isso tem sua supremacia continental ameaçada. Segundo o treinador, a diferença de força entre as seleções sul-americanas diminuiu por conta da falta de atenção dos países dominantes, como o Brasil, com as categorias de base.

Precisamos nos organizar. Já foi o tempo em que a diferença na América Latina era grande, não é senhor Tabárez?, disse Mano, se dirigindo ao treinador do Uruguai. A amarelinha já fez eles tremerem mais, Zagallo, prosseguiu Mano, agora dirigindo-se ao ex-treinador da seleção.

Se temos o talento, e ainda temos o talento, não vamos desperdiçar. Não estamos trabalhando tão bem como achamos que estamos trabalhando. Temos que qualificar os profissionais das categorias de base se queremos ter resultados, disse o atual treinador da seleção.

Gazeta Press
Para treinador da seleção brasileira, 'amarelinha' já fez adversários tremerem mais

Ao falar sobre a situação atual da seleção, Mano voltou a dizer que conta com os jogadores que estiveram na Copa do Mundo da África do Sul neste ano. Detalhando o planejamento da CBF (Confederação Brasileira de Futebol) para conquistar do Mundial de 2014, Mano justificou a ausência dos atletas experientes para observar jogadores jovens.

Neste primeiro momento, até pela base da nossa seleção ter uma média de idade alta, temos que encontrar novas e confiáveis opções. Sabemos que, se elas não forem tão bem, temos jogadores confiáveis com trajetória em Copa. Fica aquela história antes eu servia para a seleção e agora não sirvo mais. E não é isso. Os jogadores da Copa de 2010 foram importantes e continuarão sendo importantes para na seleção, declarou Mano Menezes.

Mano aproveitou o espaço e negou qualquer interferência do presidente da CBF, Ricardo Teixeira, na convocação.  No Brasil, faz muito tempo que se tem falado muita bobagem sobre a interferência do presidente da CBF na convocação dos jogadores. Um taxista chegou para mim outro dia e perguntou se era verdade que quem escalava e convocava era o Ricardo Teixeira e a patrocinadora. O presidente que está fazendo esse tipo de interferência está dando um tiro no próprio pé. Isso jamais aconteceu desde que assumi a seleção, disse o treinador.

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