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Mano valoriza jogo no Brasil e espera obter parâmetro contra grandes

Como país-sede, o Brasil já está classificado para o Mundial de 2014 e não precisa participar das Eliminatórias

Gazeta Esportiva |

Depois de enfrentar rivais de baixo nível técnico na maioria de seus primeiros confrontos no comando da seleção, Mano Menezes espera estabelecer um parâmetro confiável do trabalho desenvolvido em confrontos contra adversários como França, Holanda e Alemanha em 2011. Na revanche contra os vice-campeões mundiais, ele estreará no Brasil.

"De períodos em períodos, é importante a possibilidade de fazermos uma avaliação mais precisa do desempenho dos jogadores contra grandes adversários", afirmou Mano Menezes, que já enfrentou Estados Unidos, Irã, Ucrânia e Argentina em sua trajetória na seleção, sempre no exterior.

Como país-sede, o Brasil já está classificado para o Mundial de 2014 e não precisa participar das Eliminatórias, o que torna os amistosos fundamentais. No período de preparação, Mano Menezes pretende escolher rivais de diferentes continentes para testar sua seleção.

Sucessor de Dunga, eliminado nas oitavas de final na África do Sul, Mano Menezes promoveu uma profunda renovação entre os jogadores e venceu com facilidade os rivais menores, porém encerrou a temporada com derrota diante da Argentina. Perto do final do ano, ele faz um balanço positivo.

"A primeira parte do nosso trabalho foi boa. Nos propusemos a atacar alguns pontos importantes do diagnóstico que fizemos e precisamos caminhar firme para não retroceder no processo. Os passos podem ser menores, mas devem ser sempre para frente", afirmou.

O primeiro compromisso já marcado da seleção brasileira em 2011 será diante da França, em fevereiro. No mês de junho, o duelo é contra a Holanda, no Brasil. Em agosto, o time enfrenta a Alemanha. A possibilidade de finalmente estrear diante dos torcedores agrada Mano Menezes.

"É importante essa convivência com o torcedor brasileiro. É uma ideia (fazer jogos no Brasil) que já existia e conta com o meu aval, porque é bom aproximar um pouco a seleção do torcedor", disse Mano, interessado em criar um vínculo da torcida com o novo time. "Depois, mesmo longe estaremos perto, por mais paradoxal que seja", encerrou

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