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Mano Menezes minimiza "grupo da morte" e destaca chave da Itália

Treinador da seleção também comentou o fato de a seleção brasileira não disputar as eliminatórias

Renan Rodrigues e Vicente Seda, iG Rio de Janeiro |

AFP
Mano Menezes se encontrou com a cantora Ivete Sangalo
O sorteio das eliminatórias para a Copa do Mundo de 2014 , realizado na tarde deste sábado, na Marina da Glória, no Rio de Janeiro, não foi decisivo para a seleção brasileira , já classificada por sediar a competição. Mesmo assim, o técnico Mano Menezes comentou as chaves e minimizou a dificuldade do 'grupo da morte', formado por Espanha, França, Geórgia, Finlândia e Belarus. O treinador acredita que todas as seleções estão preparadas.

"Acredito que todos se preparam muito, mesmo os que caíram em grupos mais duros. Talvez o grupo da Itália (Grupo B, com Itália, Dinamarca, República Tcheca, Bulgaria, Armênia e Malta) tenha mais equilíbrio técnico. É preciso encarar a  como ela se coloca. Claro que ter que enfrentar a campeã do mundo é motivo de preocupação, mas quem sair desse grupo pode ficar mais fortalecido", disse o treinador.

Para exemplificar a análise de que todos os grupos são equilibrados, o treinador citou a campanha do Peru na Copa América, vencida pelo Uruguai. "Não há isso de grupo da morte ou grupo fraco. A análise técnica deve ser feita pelos envolvidos, mas não dá para classificar uma chave desta forma. O Peru não era apontado como favorito na Copa América e foi longe", declarou Mano Menezes.

O comandante da seleção também aproveitou para elogiar a organização do evento. "As coisas foram bem, a organização foi muito boa. É sempre positivo quando dá certo e também porque já começa a dar uma ideia clara do que é a Copa no Brasil", encerrou o treinador da seleção brasileira.

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