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Mancini treina como lateral-direito, sua posição de origem, pela primeira desde que voltou ao Atlético-MG

Depois de atuar como meia e atacante, Mancini pode voltar a ser lateral-direito
Flickr/Clube Atlético Mineiro
Depois de atuar como meia e atacante, Mancini pode voltar a ser lateral-direito
Oito meses depois de retornar ao Atlético-MG , Mancini treinou pela primeira vez na sua posição de origem. O jogador foi o lateral-direito no coletivo entre os jogadores que não atuaram  desde o começo contra o Grêmio e o time de juniores do clube. Desde que se transferiu para o futebol italiano, em 2003, Mancini atuava como meia ou atacante.

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Mas com a falta de opções de Dorival Júnior para o setor, Mancini treinou como lateral-direito. Outras novidades no coletivo foram as presenças do volante Fillipe Soutto e Guilherme , que estão recuperados de lesões e podem enfrentar o Figueirense , neste sábado. O time atleticano no coletivo foi formado por Renan Ribeiro; Mancini, Réver, Luiz Eduardo e Guilherme Santos; Gilberto, Fillipe Soutto, Dudu Cearense e Daniel Carvalho; Guilherme e Jonatas Obina.

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Na segunda parte do treino, o técnico Dorival Júnior fez muitas modificações na equipe, no entanto Mancini permaneceu na lateral-direita. O time, então, passou a ser formado por João Vitor; Mancini, Réver, Luiz Eduardo e Guilherme Santos; Toró, Dudu Cearense, Wendel e Giovanni Augusto; Wesley e Neto Berola.

Conversa com Dorival
Quando retornou ao Atlético-MG, Mancini fez questão de lembrar que o clube estava contratando um meia-atacante, não mais o lateral-direito que brilhou com a camisa alvinegra entre os anos 1999 e 2002. Porém, oito meses depois de trabalho com Dorival Júnior e uma conversa franca, Mancini foi lateral-direito no coletivo contra os juniores.

“O nosso diálogo sempre foi aberto. Ele me perguntou se eu jogaria e eu disse que sim, que não teria problema nenhum. É uma posição que joguei nos dois primeiros anos na Europa. Depois passei a jogar mais à frente, mas acredito que, com a readaptação, tudo melhora”.

O período de maior destaque no Atlético-MG foi o Brasileiro de 2002, quando o Atlético-MG atuava com três zagueiros e dois alas, comandado por Geninho. É justamente o esquema que Dorival Júnior usou nas últimas duas partidas e fez com que Mancini topasse voltar a jogar na direita. “Essa posição no 3-5-2 dá mais liberdade para os alas. Na minha última passagem, em 2002, fui muito bem. Com três jogadores de defesa, você tem mais liberdade para ser ofensivo”.